Com o aumento previsto de 11% na procura por seguro de automóvel em 2024, impulsionado pelo cenário de criminalidade no Brasil e pela diminuição da taxa básica de juros, o financiamento de veículos se torna mais acessível para os consumidores. Segundo a ANFAVEA, a produção de veículos automotores registrou um aumento de 24,3% em fevereiro em comparação a janeiro. No entanto, a Coris, referência em assistência e seguro viagem, destaca a importância de reavaliar as prioridades financeiras quando se trata de proteção.
“É inegável que os brasileiros têm um grande apreço por carros e estão dispostos a investir em seguros para protegê-los. No entanto, reconhecer que o seguro viagem deveria ter a mesma importância que seguro de carro, se não mais, é muito importante. Além disso, se tem uma coisa que brasileiro também gosta é de viajar”, afirma Luiz Gustavo, CEO da Coris.
Embora muitos optem por economizar ao viajar sem contratar um seguro específico, a realidade é que imprevistos podem ocorrer a qualquer momento, especialmente em território estrangeiro, tornando-se não apenas uma proteção financeira, mas também uma garantia de tranquilidade em situações de emergência, incluindo os plus reason (impeditivos para a pessoa viajar). Com aproximadamente 1,5 mil clientes sendo atendidos todos os meses em sua central e tendo quase 500 mil segurados ao ano, a Coris tem a expectativa de crescer 15% neste ano.
“Quando você está em uma cidade, ou país estrangeiro e se depara com uma emergência médica, acidente ou até mesmo o extravio de bagagem, as consequências podem ser muito mais graves do que as resultantes de uma batida de carro. Além disso, a barreira do idioma e a valorização das moedas amplificam o desafio”, explica Luiz Gustavo.
Um aspecto importante a ser considerado é a natureza diferente dos dois tipos de seguro. Enquanto o seguro de carro é frequentemente contratado anualmente, com uma média de R$4.627,13 para o público masculino e R$2.371,30 para o feminino, o seguro de viagem é sazonal e custa em média R$ 300 para uma viagem de 10 dias. Além disso, os custos médicos em uma emergência podem sobressair o valor total de um carro popular. “Essa discrepância pode levar muitos a subestimar a importância, mas reconhecer sua relevância em proteger não apenas bens materiais, mas também a vida e as finanças, é crucial. No último ano, chegamos a atender sinistros de USD 500 mil”, finaliza o CEO.
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