Após quase um mês da sanção da Nova Lei de Seguros (Lei nº 15.040/2024), a Gallagher Seguros ressalta que o sucesso da implementação das novas regras dependerá menos da interpretação jurídica, já amplamente debatida, e mais da capacidade técnica e consultiva na estruturação das apólices. Diferente de visões generalistas sobre o mercado, a empresa foca na aplicação prática da lei para riscos complexos. Para a consultoria, a nova legislação exige que o corretor deixe de ser um mero intermediário e atue como um estrategista de riscos, capaz de agregar o entendimento das necessidades dos seus clientes com seus conhecimentos técnicos para otimizar custos e ampliar coberturas, observada a transparência exigida pela Lei.
O diferencial da Gallagher: consultoria além do óbvio
A Gallagher acredita que a nova lei favorece quem possui profundidade técnica. “A clareza nas informações e o profundo conhecimento dos riscos, agora claramente exigidos pela Lei de Seguros, são ferramentas de gestão. Nosso foco é usar esse novo cenário para redesenhar programas de seguros que sejam mais eficientes e menos suscetíveis a disputas contratuais”, afirma Daniela Reia, Chief Broking Officer da Gallagher no Brasil.
Enquanto o setor se adapta à modernização, a Gallagher já atua na antecipação dos impactos operacionais, focando em:
- Customização de ápólices: revisão das cláusulas específicas para setores como Infraestrutura, Energia e Agronegócio, inteligência na estruturação de limites de cobertura, utilização de resseguro facultativo e suporte na negociação.
- Gestão de sinistros: aplicação dos novos prazos estipulados de regulação e liquidação dos sinistros para viabilizar o mais rápido pagamento da indenização aos clientes.
- Revisão de questionários de risco: atualização dos questionários de risco padrão, de modo que possa permitir maior transparência na prestação das informações do risco às seguradoras.
Transparência como ferramenta de negócio
O foco da Gallagher está no chamado “Dever de Informação”. Sob a nova lei, a transparência deixa de ser uma recomendação e passa a ser uma obrigação bilateral. A empresa utiliza sua metodologia proprietária para garantir que o segurado compreenda exatamente o que está contratando, eliminando as “zonas cinzentas” que historicamente prejudicam a relação segurado-seguradora.
“Nosso objetivo não é apenas estar em conformidade com a lei, mas liderar a transição para um mercado onde a técnica e o detalhamento técnico prevaleçam sobre a padronização”, conclui Daniela Reia.
Assessoria de Imprensa Gallagher
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