O aumento dos investimentos das empresas em saúde não tem se traduzido, necessariamente, em mais eficiência na entrega. Dados da Pesquisa de Gestão de Saúde Corporativa, conduzida pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil), mostram que, embora 92% das empresas ofereçam planos de saúde, os gastos vêm crescendo de forma acelerada. Em 2025, 28% das empresas registraram elevação de custos acima de 20%, mais que o triplo do observado em 2020, quando esse índice era de apenas 8%.
Esse quadro evidencia um problema estrutural. Mais do que o aumento de despesas, o setor enfrenta uma lacuna na forma como a saúde corporativa é organizada e gerida. Sem uma estratégia orientada por dados e indicadores técnicos, os custos tendem a crescer sem ganho proporcional de qualidade.
É nesse contexto que a ESB Corp vem consolidando um modelo de atuação baseado em governança, inteligência analítica e disciplina operacional. A proposta é tratar a saúde corporativa não apenas como custo, mas como um ativo estratégico que precisa ser estruturado.
Para o presidente do conselho da holging, Fernando Alves Vieira, o momento atual exige uma mudança de abordagem. “O aumento das despesas e os desafios do setor são, fundamentalmente, reflexos de lacunas na gestão. Nosso foco está em estruturar operações baseadas em evidências, com maior capacidade de antecipação e controle”, afirma.
A estratégia da ESB Corp integra tecnologia, dados e execução para organizar informações, identificar padrões e permitir decisões mais consistentes. O modelo inclui a aplicação de Business Process Outsourcing, com foco na eficiência real das operações.
“Mais do que automatizar processos, o objetivo é evoluir a forma como sistemas complexos são geridos. Quando há clareza de informação e disciplina operacional, o sistema passa a responder melhor. Isso reduz desperdícios, melhora a previsibilidade e aumenta a qualidade da entrega”, completa Vieira.
Na atual conjuntura, destaca o executivo, ganha relevância a atenção primária, o suporte emocional e o cuidado direcionado às famílias dos colaboradores. “Estruturas que conseguem responder de forma ágil a essas demandas fortalecem a percepção de segurança em saúde, ao mesmo tempo em que contribuem para maior eficiência e sustentabilidade do sistema”, afirma.
Com o uso de inteligência de dados e analytics, a companhia atua diretamente na redução de ineficiências, especialmente em um dos pontos mais sensíveis do setor: o equilíbrio entre sinistralidade e qualidade assistencial.
A abordagem reforça um movimento mais amplo de transformação no mercado. “A saúde corporativa começa a deixar de ser tratada como despesa inevitável e passa a ser gerida com a mesma lógica aplicada a outros ativos estratégicos. No presente estágio, a capacidade de integrar capital, governança e execução passa a ser determinante”, conclui.
DG Comunicação
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