Reformar um apartamento, ampliar uma casa ou iniciar uma pequena construção costuma estar entre os planos de muitas famílias, especialmente no início do ano. Nesses casos, além de definir orçamento, prazos e materiais, um ponto ainda pouco considerado pode fazer diferença no resultado final da obra: a contratação do Seguro de Riscos de Engenharia, indicado não apenas para grandes empreendimentos, mas também para obras e reformas domésticas.
De acordo com Luciano Martins, presidente da comissão de Riscos de Engenharia da Federação Nacional de Seguros Gerais, toda obra envolve riscos, independentemente do porte. Acidentes, falhas na execução, danos a materiais, eventos climáticos e ocorrências que atinjam terceiros — como vizinhos ou veículos próximos — podem acontecer mesmo em intervenções simples, transformando um projeto doméstico em um problema financeiro e jurídico.
“O Seguro de Riscos de Engenharia deve fazer parte do planejamento desde o começo, inclusive em obras pequenas e reformas residenciais. Ele protege o responsável pela obra contra imprevistos comuns do dia a dia da construção, evitando que um acidente ou erro pontual gere um prejuízo desproporcional ao tamanho do projeto”, afirma o porta-voz da FenSeg.
O seguro garante, dentro dos limites contratados, a cobertura de danos físicos à obra decorrentes de eventos súbitos e imprevistos durante sua execução, desde a chegada dos materiais ao canteiro até a conclusão dos trabalhos. Além disso, pode incluir coberturas adicionais ajustadas ao perfil da intervenção, como despesas extraordinárias, remoção de entulho e proteção a bens existentes no local.
Um ponto de atenção especial, segundo Martins, é a cobertura de danos a terceiros, considerada fundamental em áreas urbanas. Quedas de ferramentas, desprendimento de materiais ou falhas estruturais podem atingir imóveis vizinhos, veículos ou pessoas. “Mesmo quando o orçamento é mais apertado ou a decisão de contratar o seguro ocorre mais perto do início da obra, a cobertura de responsabilidade civil é essencial. Ela evita conflitos, ações judiciais e a necessidade de arcar com prejuízos do próprio bolso”, reforça o executivo.
A entidade também destaca a importância da orientação profissional na contratação. O corretor de seguros é quem pode avaliar o tipo de obra, o valor em risco e indicar as coberturas mais adequadas, garantindo que o seguro cumpra seu papel de proteção de forma efetiva.
Ao ampliar o debate sobre o tema, a FenSeg ressalta que o Seguro de Riscos de Engenharia não deve ser visto apenas como uma solução emergencial, mas como uma ferramenta de planejamento, prevenção e gestão de riscos, acessível também a reformas e construções de menor porte. Seguro é planejamento. Seguro é proteção.
Para mais informações, acesse o guia da FenSeg: https://fenseg.org.br/publicacoes/seguro-de-riscos-de-engenharia-o-que-e-como-e-quando-usar
Assessoria de Imprensa FenSeg
You may be interested

Com foco em inovação, PASI lança produto NR-1
Publicação - 17 de abril de 2026Pioneiro no mercado segurador em soluções para saúde mental no trabalho, o Seguro PASI, desde 2016 através da Central de Amparo, já oferece para os seus segurados…

FenSeg participa de workshop sobre estatísticas de incêndio
Publicação - 17 de abril de 2026A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) participou do I Workshop de Fomento às Estatísticas de Incêndio 2026, realizado em São Paulo, a convite da Associação Brasileira…

Receita de acionista do Grupo MDS supera US$ 2,9 bi
Publicação - 17 de abril de 2026O Grupo Ardonagh registrou em 2025 uma receita de 2,9 bilhões de dólares, com um EBITDA de 1,1 bilhão de dólares, consolidando sua posição entre os 15 maiores grupos…
Mais desta categoria



Ouvidoria se consolida como instrumento estratégico com o consumidor
Publicação - 17 de abril de 2026









