O mercado de carros usados segue em alta no Brasil. No primeiro semestre de 2025, foram negociadas cerca de 8,35 milhões de unidades, crescimento de 13,7% em relação ao mesmo período de 2024, de acordo com levantamento da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores). Por trás dos números, há uma mudança relevante: motoristas que buscam alternativas mais acessíveis de mobilidade e, com isso, repensam a forma de proteger seus veículos.
“Quando falamos em seguros, a lógica entre carros novos e usados é bastante semelhante. O que muda são fatores como idade do veículo, histórico do modelo e perfil de uso do motorista, que influenciam diretamente no cálculo do risco. Muitas vezes, o consumidor acredita que um carro usado será mais barato de segurar, mas isso nem sempre é verdade”, explica Victor Horta, CPO da Pier, seguradora com o objetivo de mudar a relação dos brasileiros com os seguros.
O valor do seguro de um veículo usado é determinado por uma análise de risco que considera diversos fatores além da idade e popularidade. Embora modelos como Volkswagen Gol, Chevrolet Onix e Hyundai HB20 sejam líderes de venda de usados, a precificação da apólice é feita avaliando o histórico do modelo em conjunto com o perfil de uso individual do motorista. No caso de veículos mais antigos, a escassez de peças de reposição também é um fator que pode influenciar o custo da proteção, devido à dificuldade ou ao tempo de manutenção.
“Atualmente, a inteligência artificial otimiza todo o processo de seguros, desde a análise de risco até a vistoria e a contratação, garantindo mais agilidade e assertividade para o consumidor. Ela também contribui para uma precificação mais justa e para a redução de fraudes”, comenta Horta.
Outro ponto de atenção está no tipo de cobertura contratada. Em muitos casos, proprietários de carros usados optam por seguros mais básicos, cobrindo apenas roubo e furto. No entanto, é fundamental avaliar os riscos e necessidades individuais, já que colisões, desastres da natureza, como enchentes e quedas de árvores, além de panes elétricas ou mecânicas, podem gerar prejuízos significativos, independentemente da idade do veículo.
“No fim das contas, o que realmente faz diferença é contratar um seguro adequado ao perfil e às necessidades do motorista. Um carro usado pode demandar a mesma proteção que um zero-quilômetro, e conhecer as opções disponíveis no mercado ajuda o consumidor a tomar uma decisão mais consciente. Nesse processo, contar com a orientação de um corretor de seguros também é essencial para identificar as coberturas mais adequadas e evitar surpresas no futuro”, finaliza o CPO da Pier.
Assessoria de Imprensa Pier Seguradora
Foto: Victor Horta, CPO da Pier Seguradora
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