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Sincor-MG divulga calendário 2026 do Projeto Cidades Protegidas

28 de janeiro de 2026
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O Sindicato dos Corretores de Seguros de Minas Gerais (Sincor-MG) anuncia o calendário 2026 do Projeto Cidades Protegidas, iniciativa pioneira que já é referência nacional e começa a inspirar ações semelhantes em outros estados, ao propor uma atuação que vai além da contratação de apólices, com foco na proteção do orçamento público, na cultura de prevenção e no fortalecimento da administração municipal.

“Proteger a gestão pública é proteger os cidadãos. Nosso compromisso é ajudar os municípios a manterem suas contas equilibradas e aplicarem recursos onde eles realmente fazem a diferença”, afirma o presidente do Sincor-MG, Gustavo Bentes.

“A integração reforça o papel do corretor de seguros como agente de transformação social. Esse profissional não apenas protege patrimônios, mas também contribui para a segurança e o desenvolvimento das comunidades”, destaca Bentes. Para ele, o seguro deve ser compreendido como instrumento de proteção social. “O Cidades Protegidas traduz isso em política pública, aproximando o cidadão dessa realidade”, finaliza.

Em 2026

Em 2026, a agenda do projeto percorrerá todas as regiões de Minas Gerais.

No Norte e Oeste do Estado, as atividades acontecem em junho, no dia 23 em  Montes Claros, 24 em Sete Lagoas e 25 em Divinópolis.

Em maio, o Cidades Protegidas chega ao Leste de Minas e ao Vale do Aço, com encontros no dia 20 em Ipatinga e no dia 21 em Governador Valadares.

A etapa da Grande Belo Horizonte ocorre em abril, no dia 14 de abril. Na Zona da Mata, os eventos estão programados para agosto, nos dia 19 em Juiz de Fora e no dia 20 em São João Del Rey.

O Sul de Minas recebe o projeto em setembro, com atividades no dia 22 em Varginha, no dia 23 em Pouso Alegre e no dia 24 em Poços de Caldas.

Encerrando o circuito, o Triângulo Mineiro será contemplado em outubro, com encontros no dia 21 em Uberaba e no dia 22 em Uberlândia.

Com essa programação, o Sincor-MG reafirma seu papel como elo estratégico entre o mercado de seguros e o poder público, promovendo soluções inovadoras e sustentáveis que fortalecem a economia, a cidadania e a segurança nos municípios brasileiros.

Planejamento estratégico

Inserido no planejamento estratégico, o seguro contribui diretamente para: Gestão do risco residual, ao garantir cobertura financeira para eventos fora da capacidade de controle interno; Continuidade operacional e financeira, mitigando impactos de incêndios, falhas operacionais e catástrofes naturais, e sustentando planos de continuidade e recuperação; Governança, compliance e responsabilidade institucional, fortalecendo a transparência, a prestação de contas, a conformidade regulatória e a redução de passivos jurídicos; e Resiliência organizacional, ao promover previsibilidade orçamentária frente a riscos de baixa frequência e alto impacto.

“O seguro é um instrumento de proteção social. Ele garante que escolas voltem a funcionar após uma tragédia, que comércios resistam a crises e que o patrimônio histórico seja preservado. O Cidades Protegidas traduz isso em política pública, aproximando o cidadão dessa realidade”, afirma Bentes.

A gestão de riscos é um instrumento de antecipação e controle da incerteza. Envolve a identificação de ameaças, a avaliação de impactos e a definição de estratégias preventivas ou corretivas, com o objetivo de assegurar a continuidade institucional, a boa governança e a proteção dos interesses coletivos e patrimoniais. Bentes destaca que “gerir riscos não é evitar o futuro, é preparar-se para dominá-lo”.

Nesse contexto, o seguro atua como mecanismo técnico de transferência e diluição do risco, baseado no princípio da mutualidade, protegendo patrimônio, pessoas, responsabilidades e a continuidade das atividades frente a perdas materiais e imateriais. “O seguro, quando integrado à gestão, deixa de ser reação e passa a ser parte da estratégia, — não para evitar o risco, mas para garantir que ele não paralise a administração pública ou o funcionamento dos serviços essenciais”, reforça.

“O seguro certo, no lugar certo, transforma riscos potencialmente devastadores em variáveis gerenciáveis”, resume Bentes, ao destacar a importância da análise estruturada dos riscos nos pilares estratégico, patrimonial, financeiro, operacional e humano. A maturidade da gestão pública, segundo ele, se revela na capacidade de antecipar cenários, estruturar controles e integrar o seguro como instrumento permanente de sustentação da governança e da continuidade dos serviços à população.

Komunic

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