Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), apenas 30% da frota nacional de veículos possuem seguro, o que deixa cerca de 70% dos automóveis sem qualquer tipo de proteção contra acidentes, roubos ou danos. Esse dado se torna ainda mais relevante diante dos mais de 73 mil sinistros registrados nas rodovias federais em 2024, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Para especialistas do setor, contratar um seguro automotivo deixou de ser um diferencial e se tornou uma necessidade para a proteção financeira e a tranquilidade dos motoristas.
“Muitos brasileiros ainda veem o seguro como um custo, quando na verdade ele é um investimento em proteção. Diante do aumento da criminalidade e dos custos com reparos, ter uma apólice adequada garante não apenas tranquilidade, mas também segurança financeira em situações de risco“, destaca Paulo César, diretor executivo da Omni1, unidade de negócio da Wiz Co em parceria com a Omni&Co, que atua na venda de seguros e distribuição de consórcios e crédito.
Abaixo, o especialista apresenta as dicas para contratar o seguro certo:
1. Escolha uma corretora de seguros de confiança
Analise o perfil da empresa, verifique se ela é regulamentada e se tem um bom relacionamento com as seguradoras.
2. Analise seu perfil de uso
É importante analisar alguns pontos, como a idade de quem vai dirigir o carro, se o modelo do carro é visado para roubo ou furto, e em qual região o segurado mora. Todos esses fatores influenciam o valor da oferta. “Por exemplo, motoristas que circulam diariamente em grandes centros precisam de coberturas mais completas, enquanto quem dirige pouco pode optar por seguros personalizados ou por quilometragem”, explica.
3. Compare seguradoras
Antes de fechar o contrato, avalie preços, coberturas e a reputação da empresa. “Compare os preços e coberturas das ofertas que você receber antes de fechar o negócio”, orienta Paulo.
4. Avalie coberturas extras
Estudos mostram que apenas 25% dos clientes das seguradoras usufruem de todas as assistências adicionais previstas no contrato. “Na grande maioria dos casos, os clientes não buscam as assistências adicionais quando precisam por desconhecimento. Por isso, é importante que, na contratação, os clientes se informem e que os corretores de seguros apresentem a eles todas as opções de serviços adicionais”. Alguns exemplos de coberturas extras são: reparo de vidros, assistência 24 horas, carro reserva, proteção contra roubo de acessórios, entre outras.
5. Considere o custo-benefício
O seguro mais barato nem sempre é o ideal. O equilíbrio entre preço, coberturas e qualidade de atendimento deve ser a prioridade.
InPress Porter Novelli
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