Dados da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), revelam que no país são mais de 10 mil aeronaves utilizadas pela aviação executiva. Demanda que aumentou desde o fim da pandemia, estimulada pela recuperação econômica e pela retomada das operações aéreas em diversos segmentos. O seguro Aeronáutico da ESSOR oferece proteção a aeronaves executivas de pequeno e médio porte como aeronaves pistonadas, turbo-hélices e helicópteros monomotores e também aeronaves não tripuladas (drones) com diversos tipos de utilização. “A ESSOR é uma seguradora líder em proteção para mobilidade e logística e o seguro Aeronáutico é estratégico para a empresa, oferecendo aos nossos corretores parceiros e segurados uma proteção efetiva para a aviação civil brasileira”, enfatiza Leandro Poli, Chief Umderwriting Officer e Chief Actuarial Officer da ESSOR Seguros.
Carolina Varaldo Pimentel (foto), vice-presidente Specialties LatAm Seguro e Resseguro da Asas Consulting, parceira estratégica do seguro Aeronáutico da ESSOR, explica o cenário do setor. “No Brasil há uma escassez de aeronaves usadas disponíveis para venda, o que tem levado muitos operadores e investidores a recorrerem à importação, mesmo que não sejam novas, para atender à demanda do setor. Outro fator relevante é a valorização do dólar, que tem incentivado investidores a adquirirem aeronaves como uma estratégia de proteção patrimonial e dolarização de ativos”, esclarece.
Diferenciais
O principal objetivo do seguro Aeronáutico é a cobertura para acidentes e incidentes envolvendo as aeronaves seguradas, garantindo maior segurança e previsibilidade para operadores e proprietários. Carolina Pimentel destaca como um dos diferenciais do seguro da ESSOR, a abordagem de subscrição, que combina expertise técnica e visão comercial, permitindo que a seguradora auxilie os corretores com agilidade e conhecimento especializado. Desta forma, buscando oferecer soluções eficientes e assertivas para atender às necessidades do mercado com alto nível de serviço e suporte.
Acidentes aéreos
No Brasil houve um aumento no número de acidentes aéreos e mortes tanto em 2024 como neste início de 2025. Segundo Carolina Pimentel, o setor aeronáutico, por natureza, está sujeito a riscos de alta severidade, o que impacta diretamente a precificação dos prêmios de seguro, que tendem a sofrer acréscimos em função desse fator. Cabe também ressaltar que, ocorrências que aconteçam no exterior como, por exemplo, o recente acidente aéreo da American Airlines, também influenciam nos prêmios no Brasil. E completa, “a subscrição dos riscos desempenha um papel fundamental nesse mercado. Com um aumento na quantidade de acidentes, as seguradoras podem adotar critérios mais rigorosos, restringindo a aceitação de determinados perfis de risco. Fatores como a experiência dos pilotos e o tipo de operação das aeronaves tornam-se determinantes na análise e definição das condições do seguro, garantindo maior previsibilidade e equilíbrio para o setor”.
Expansão
A ESSOR tem uma visão otimista do mercado, com expectativa de crescimento. A necessidade de seguro para aeronaves adquiridas por meio de financiamento também reforça essa tendência de expansão. “O setor aeronáutico é altamente técnico, exigindo das seguradoras um investimento contínuo na subscrição de riscos, essencial para garantir a sustentabilidade do mercado e a oferta de soluções adequadas às necessidades dos segurados”, finaliza a executiva.
VTN Comunicação
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