00:00:00
23 Jun

Fusões e aquisições em seguros se mantêm estável no semestre

1 de agosto de 2025
421 Visualizações

As empresas de seguros realizaram 18 operações de fusões e aquisições no primeiro semestre deste ano. Trata-se da mesma quantidade em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram fechados 18 negócios. O estudo é feito trimestralmente pela KPMG com 43 setores da economia.

“As transações no primeiro semestre de 2025 mostra que o ambiente de fusões e aquisições no setor de seguros se manteve estável. As operações de maior destaque permanecem domésticas, como no primeiro período de 2024, evidenciando que o mercado interno continua aquecido”, aponta o sócio da KPMG, Fernando Mattar.

Com relação ao tipo de operação realizada no setor de seguros, das 18 concretizadas no primeiro semestre de 2025, 11 são domésticas, ou seja, realizadas entre empresas brasileiras; 6 envolveram empresas estrangeiras adquirindo capital de companhia estabelecida no país (tipo CB1) e 1 foi de empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de outra estabelecida no exterior (Tipo CB2).

KPMG: fusões e aquisições em seguros – tipo de transação
1º semestre Doméstica CB1 CB2 CB3 CB4 CB5 Total
2025 11 6 1 0 0 0 18
2024 8 7 0 0 3 0 18

Brasil: queda de 4,8% e maior participação estrangeira

As empresas brasileiras realizaram 739 operações de fusões e aquisições no primeiro semestre deste ano, segundo pesquisa realizada trimestralmente pela KPMG. Esse número representa uma queda de quase 4,8% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram concretizados 776 negócios.

O estudo apontou ainda que houve um aumento na quantidade de transações em que investidores estrangeiros compram empresas brasileiras. No primeiro semestre deste ano, foram 199 operações contra 178, no intervalo equivalente de 2024, um acréscimo de quase 12%. O mesmo movimento aconteceu nas operações em que organizações brasileiras adquiriram outra estabelecida no exterior, passando de 47, nos primeiros meses do ano passado, para 58 este ano (23%).

“De forma geral, o cenário de fusões e aquisições permaneceu estável, apesar de questões globais geopolíticas e fiscais no mercado interno. E esses dois tipos de negociações sustentaram o número de transações realizadas este semestre. Por outro lado, as operações domésticas, envolvendo apenas investidores brasileiros, tiveram uma queda, apontando que o mercado interno sofreu uma pequena retração no período, ocasionado pelas altas de juros e discussões fiscais” analisa o coordenador da pesquisa e sócio da KPMG, Paulo Guilherme Coimbra.

Oficina de Comunicação (RV&A)

You may be interested

Modelo britânico de seguro contra enchentes traz lições para o Brasil
CNseg
65 Vizualizações
CNseg
65 Vizualizações

Modelo britânico de seguro contra enchentes traz lições para o Brasil

Publicação - 23 de junho de 2026

Como garantir que famílias que vivem em áreas sujeitas a enchentes continuem tendo acesso ao seguro residencial? Essa foi a pergunta que levou à criação da Flood…

O papel dos dados climáticos no mercado segurador brasileiro
IRB Brasil RE
70 Vizualizações1
IRB Brasil RE
70 Vizualizações1

O papel dos dados climáticos no mercado segurador brasileiro

Publicação - 23 de junho de 2026

Não basta escolher uma base climática por disponibilidade ou reconhecimento internacional. A conclusão é tão simples quanto estratégica, fruto de estudo do IRB(P&D), área do IRB(Re) voltada…

Flanci estará presente no ENAVSEG
CCS-RJ
69 Vizualizações
CCS-RJ
69 Vizualizações

Flanci estará presente no ENAVSEG

Publicação - 23 de junho de 2026

A Flanci Corretora de Seguros, associada ao Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) desde 2015, estará no ENAVSEG 2026, que será realizado entre…

Deixe um Comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Mais desta categoria

WordPress Video Lightbox Plugin