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13 Jan

Alianças entre seguradoras e novos players insurtech: Fatores-chave de sucesso

12 de novembro de 2018
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84% das seguradoras acreditam que a inovação será criticamente importante nos próximos 3 a 5 anos

Celent, (www.celent.com) empresa de pesquisa e consultoria dedicada a fornecer suporte às instituições financeiras para formular estratégias de negócios e tecnologia, apresentou o relatório “As parcerias entre as seguradoras e os novos players insurtech: Fatores Chave de sucesso”, elaborado por Michael Fitzgerald, analista sênior da empresa.

 As seguradoras e os novos players insurtech continuam formando alianças que vão além do relacionamento típico de fornecedor-comprador. No entanto, é importante entender o que faz essas relações funcionarem de maneira mais eficaz.

·  Quais modelos de parceria estão sendo usados e com que frequência?

·  Quais são as principais áreas de desafio nas parcerias segurador – novo player?

·  Quais são os principais fatores de sucesso para as parcerias segurador- novo player?  

Mas, o que faz que esses arranjos funcionarem? A Celent pesquisou as melhores práticas em contratos de parceria desde 2016. Duas pesquisas on-line geraram respostas de 89 seguradoras e 78 novas empresas focadas em seguros. Este estudo apresenta essas descobertas e identifica as melhores práticas.

 Uma análise das respostas da pesquisa fornece estas ideias:

·  Existe um alinhamento significativo entre seguradoras e novas empresas no que respeita à necessidade de inovação em seguros. Mais de 80% afirmam que a inovação em seguros é essencial para atender às expectativas dos clientes nos próximos três a cinco anos.

·  Os modelos de parceria mais frequentes incluem apropriação parcial ou aceleração de empreendimentos. Esses modelos exigem uma interação contínua e ativa entre as seguradoras estabelecidas e os recém-chegados ao mercado, o que torna necessária uma parceria eficaz para o sucesso.

 Os principais desafios das parcerias colaborativas são:

·  Uma falta de compreensão do tipo de inovação que cada um busca. Esse desalinhamento pode, no mínimo, causar problemas de comunicação e, no máximo, complicar a implementação.

·  As diferenças culturais são significativas e devem ser abordadas para aperfeiçoar as parcerias.

Seguradoras e novas empresas que trabalham com modelos de parceria colaborativa devem investir, deliberadamente, tempo e capital na criação de uma visão compartilhada de suas iniciativas. Os entrevistados concordam que o modelo de parceria mais valioso envolve uma nova empresa, ou um “novo” esforço, isto ressalta sua preocupação com as barreiras políticas e culturais.

Ruth Landerreche Alonso

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