O aumento da frequência de eventos climáticos extremos tem ampliado os desafios da gestão de riscos no agronegócio brasileiro. Chuvas intensas, vendavais, granizo, estiagens e outros fenômenos vêm exigindo dos produtores rurais uma atuação cada vez mais estruturada para reduzir impactos nas operações e preservar a produtividade. A reflexão ganha ainda mais relevância este mês, quando é celebrado o Dia do Agricultor, em 28 de julho.
Na avaliação da Bradesco Seguros, esse cenário tem impulsionado investimentos em tecnologia, inteligência de dados e modelos de análise de riscos, permitindo que o setor segurador acompanhe a evolução das necessidades do agronegócio e contribua para tornar a atividade mais resiliente diante das mudanças climáticas.
“Os eventos climáticos fazem parte da realidade do campo e exigem planejamento cada vez maior. O seguro é um dos instrumentos dessa estratégia, mas a gestão de riscos começa muito antes do sinistro, com prevenção, monitoramento das condições climáticas e adoção de tecnologias que ajudem o produtor a reduzir perdas e manter a continuidade da operação”, afirma Leonardo Freitas, diretor comercial da Bradesco Seguros.
Entre os ativos mais estratégicos da atividade rural estão os equipamentos agrícolas, como tratores, colheitadeiras e pulverizadores. A indisponibilidade dessas máquinas pode comprometer o calendário agrícola, elevar custos operacionais e afetar diretamente a produtividade. Por isso, além da proteção patrimonial, especialistas recomendam medidas preventivas como manutenção periódica, armazenamento adequado, acompanhamento dos alertas meteorológicos e organização das operações de acordo com as condições climáticas.
Planejamento sucessório
Na agricultura familiar, a gestão de riscos também envolve uma visão de longo prazo e a sucessão entre gerações. Em propriedades onde família, patrimônio e atividade produtiva caminham juntos, preparar a transição da gestão e preservar a sustentabilidade do negócio são fatores essenciais para garantir a continuidade da produção. O desafio é relevante: estudo do Banco Mundial aponta que apenas 30% das empresas familiares chegam à terceira geração, percentual que diminui ainda mais nas gerações seguintes.
“A continuidade da atividade rural vai além da proteção de lavouras, equipamentos e estruturas. Também envolve a preservação do patrimônio e a perpetuação dos negócios familiares. O seguro de vida tem papel importante nesse processo ao oferecer proteção financeira em vida, apoiar a sucessão patrimonial e contribuir para que a atividade produtiva siga fortalecida pelas próximas gerações”, explica Alessandro Malavazi, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência.
O seguro de vida possui, ainda, benefícios que podem aumentar a eficiência na transferência patrimonial, como impenhorabilidade e isenção de Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), quando pago aos beneficiários.
Approach Comunicação
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