A escalada de eventos climáticos extremos, que já provoca atrasos em obras, rupturas logísticas e disputas contratuais em diversos setores, reacendeu durante a COP30 o debate sobre a necessidade de proteção financeira capaz de garantir continuidade operacional. Nesse cenário, instrumentos como o Seguro Garantia ganham protagonismo por reduzir riscos jurídicos e preservar contratos em momentos de instabilidade. Para a Granto Seguros, que já emitiu mais de 40 mil apólices no país, a crise climática exige que empresas reforcem mecanismos de previsibilidade e mitigação de perdas.
Felipe Ramos, CEO e fundador da Granto Seguros, é especialista em Seguro Garantia e modernização da proteção contratual no Brasil. À frente de uma insurtech que já emitiu mais de 40 mil apólices e transformou a experiência de contratação por meio de tecnologia própria, APIs e inteligência artificial, ele acompanha as discussões climáticas e os efeitos da instabilidade econômica e regulatória sobre PMEs, infraestrutura e cadeias produtivas.
Pontos que podem ser explorados
Proteção financeira em um país mais exposto a eventos extremos:
Como a crise climática aumenta riscos contratuais e por que o seguro precisa ser tratado como instrumento de adaptação econômica.
Seguro Garantia e continuidade das operações:
O impacto da ferramenta para evitar bloqueio de contas, preservar fluxo de caixa e reduzir paradas provocadas por litígios.
Digitalização do setor:
O contraste entre modelos tradicionais, que levam até 15 dias para emitir apólices, e insurtechs que reduzem esse prazo para horas.
Inclusão de PMEs no mercado de grandes contratos:
Como o Seguro Garantia substitui caução em dinheiro e fiança bancária, permitindo que negócios menores participem de licitações e projetos relevantes.
Ambiente de negócios e investimentos:
De que forma previsibilidade contratual pode destravar recursos privados essenciais para a agenda sustentável apresentada na COP30.
Segundo Felipe, a COP30 evidencia que eventos extremos e instabilidade econômica exigem a preparação além da reação. “No Brasil, parte dessa preparação passa por proteção contratual. Sem mecanismos como o Seguro Garantia, muitos negócios, especialmente PMEs, ficam vulneráveis a bloqueios, disputas e quebras de continuidade. A tecnologia já permite que essas proteções sejam mais rápidas, acessíveis e democráticas. Se queremos um ambiente econômico mais resiliente, precisamos encarar o seguro como infraestrutura básica para manter empresas vivas, competitivas e capazes de atravessar períodos de crise”, afirma.
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