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25 Feb

Seguro de vida se torna aliado no autocuidado feminino

29 de outubro de 2025
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No mês do Outubro Rosa, quando o país volta suas atenções à prevenção e ao diagnóstico precoce do câncer de mama (tipo mais comum entre as brasileiras), estudo da Azos, insurtech especializada em seguro de vida, chama atenção para um movimento crescente entre as mulheres: a busca por proteção financeira como parte do autocuidado.

De acordo com o levantamento da companhia, 67,6% das apólices contratadas em 2025 incluem cobertura para doenças graves, com destaque para a faixa de 35 a 44 anos, responsável por 42% das seguradas. No último ano, todos os sinistros indenizados a mulheres foram relacionados a casos de câncer (leves, moderados ou avançados), evidenciando a importância de se preparar não apenas para o tratamento, mas também para a sobrecarga psicológica e financeira que a doença impõe.

De acordo com Heloísa Falcão, Diretora de Produtos da Azos, os dados mostram uma transformação no perfil das mulheres que contratam seguros.

“O que vemos é uma mudança de mentalidade. As mulheres estão assumindo o controle sobre sua proteção financeira e reconhecendo o seguro como uma ferramenta concreta para enfrentar momentos de incerteza. Quando uma cobertura de doença grave é contratada, ela representa mais do que um benefício: é a garantia de estabilidade para seguir o tratamento com dignidade, sem precisar abrir mão da rotina, dos estudos ou da renda familiar”, comenta.

A tendência acompanha a nova diretriz do Ministério da Saúde, que passou a recomendar a mamografia a partir dos 40 anos, faixa etária que concentra cerca de 23% dos casos de câncer de mama no Brasil. O movimento reflete uma conscientização mais ampla sobre o papel de se preparar para os impactos financeiros que o diagnóstico pode trazer, especialmente no contexto divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). Segundo a organização, o país deve registrar mais de 73 mil novos casos de câncer de mama entre 2023 e 2025, o que reforça a urgência de soluções que apoiem as mulheres não apenas na prevenção e no tratamento, mas também na sustentabilidade financeira durante o enfrentamento da doença.

Em muitos casos, o diagnóstico de uma doença grave implica afastamento do trabalho, redução da renda familiar e custos adicionais com medicamentos, exames e terapias. Nesse cenário, o acesso a recursos garantidos por coberturas de doenças graves permite que a mulher mantenha o foco na recuperação, sem comprometer sua segurança financeira.

De acordo com dados internos da Azos, oito em cada dez mulheres contratam apólices com coberturas que podem ser utilizadas ainda em vida, justamente para lidar com imprevistos de saúde e assegurar tranquilidade diante de situações de vulnerabilidade.

“O movimento reflete uma evolução no perfil do consumidor, que têm incorporado o seguro de vida à gestão de riscos pessoais. O produto deixou de ter caráter exclusivamente sucessório e passou a desempenhar papel ativo na proteção financeira em momentos de vulnerabilidade”, explica Falcão.

Essa tendência deve se intensificar nos próximos anos, acompanhando o avanço das políticas públicas de prevenção e o crescimento do mercado de seguros voltados ao uso em vida. Para se ter uma ideia, de acordo com a Fenacor a procura por seguros com cobertura de doenças graves (DG), apenas nos primeiros meses deste ano, avançaram mais de 20%, superando o desempenho do seguro de vida individual tradicional, que registrou alta de 14,7%.

“Esse movimento reflete a evolução do próprio mercado. O seguro de vida deixou de ser associado apenas à herança e passou a atuar no presente, oferecendo segurança e independência em momentos decisivos. Essa transformação é fruto de um setor mais acessível, digital e conectado às reais necessidades das pessoas”, conclui a executiva.

NR7 Comunicação

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