A Zurich Seguros anuncia sua entrada no universo do flag football brasileiro, um esporte derivado do futebol americano, mas de contato físico reduzido, mais seguro, muito simples de ser jogado, e que cresce de forma acelerada entre os jovens no Brasil e no mundo.
O patrocínio à modalidade faz parte da estratégia da Zurich de promover esportes que estimulam o desenvolvimento social, a diversidade e a qualidade de vida, especialmente dos jovens. A seguradora também é a uma das primeiras empresas a apoiar o esporte, que deve avançar ainda mais com a estreia como esporte olímpico nos Jogos de Los Angeles, em 2028. A expectativa é que cause o mesmo impacto que o skate provocou em Tóquio, em 2020.
“Para nós, investir no flag football é investir em um futuro mais inclusivo e promissor, pois a modalidade tem tudo a ver com os pilares da Zurich: é diversa, democrática, acessível e tem forte conexão com os jovens”, afirma Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich Seguros. Para a executiva, “o apoio ao flag football é uma escolha estratégica que nos permite usar o esporte como plataforma de transformação social”.
A Zurich irá investir, por meio do patrocínio à Confederação Brasileira de Futebol Americano, no fortalecimento das Seleções Brasileiras — masculina e feminina —, no desenvolvimento dos campeonatos nacionais, e na expansão de projetos sociais ligados ao esporte, replicando o modelo bem-sucedido já adotado no tênis, por meio do patrocínio do Rio Open e do apoio ao Instituto Próxima Geração.
“Quando olhamos para o flag football, vemos muito mais do que um esporte. É uma modalidade que conversa diretamente com o DNA da Zurich, por se tratar de um esporte inclusivo e de visão otimista para o futuro”, afirma Sandra Lima, superintendente de Comunicação e Marketing da Zurich Seguros.
De acordo com a executiva, o esporte, não exige equipamentos sofisticados e qualquer pessoa pode jogar, independentemente de gênero, porte físico ou idade. “É democrático e está cada vez mais associado a um estilo de vida mais despojado. E, curiosamente, há um protagonismo muito relevante das mulheres, visto que, atualmente, a Seleção Brasileira feminina é quem mais se destaca no cenário internacional”, complementa Sandra.
Como é o jogo
No flag, os adversários não são derrubados, os jogadores devem retirar uma flag (uma fita presa na cintura) para interromper a jogada. O esporte é seguro, dispensa o uso de equipamentos de proteção, como capacetes e ombreiras, atraindo diferentes perfis de participantes. No Brasil, ele surgiu no fim dos anos 1990, e hoje conta com mais de 1.600 atletas masculinos e 1.000 atletas femininas, o que significa que as mulheres representam 38,5% dos atletas federados, um índice bastante expressivo quando comparado a outras modalidades como, por exemplo, futebol e basquete, que ainda são predominantemente masculinos.
“Estamos falando de um esporte moderno, inclusivo e acessível, que cresce de forma exponencial. O flag tem tudo para se consolidar como uma nova paixão nacional — e o apoio de empresas como a Zurich é fundamental para acelerar esse processo”, afirma Cris Kajiwara, presidente da Confederação Brasileira de Futebol Americano.
Com essa iniciativa, a Zurich amplia sua atuação no esporte no Brasil, fortalecendo seu compromisso com causas que geram valor para a sociedade e impulsionam desenvolvimento, diversidade e impacto positivo.
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