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04 May

A corregedoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) alcançou o nível 3 de Maturidade Correcional em 2024, conforme avaliação realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU) nas unidades correcionais do Poder Executivo Federal, de acordo com a sua estrutura de governança e padrões de integridade. Este é o principal instrumento utilizado pela CGU para aferir o desempenho das Corregedorias da Administração Direta e Indireta federal.

No processo de avaliação, ademais, a corregedoria da ANS teve dois procedimentos selecionados por boas práticas para serem apresentados ao Sistema de Correição do Poder Executivo Federal (SisCor). Ao todo, 217 unidades setoriais participaram da avaliação da CGU, abrangendo órgãos, entidades, empresas públicas e sociedades de economia mista do Poder Executivo Federal.

No final do processo, 164 unidades foram avaliadas como nível 1, que identifica a atividade correcional não estruturada, dependente de esforços e habilidades individuais, e com resultados não sustentados. Outras 30 unidades atingiram o nível 2, que já identifica práticas e procedimentos padronizados e institucionalização da unidade correcional. A corregedoria da ANS ficou entre as 19 unidades que atingiram o nível 3, a pontuação máxima possível à reguladora, por conta de sua estrutura atual.

“Conquistar o nível 3 foi um passo muito importante para a nossa unidade correcional, especialmente diante da redução significativa de servidores dedicados à atividade na ANS. É importante lembrar que, entre as 217 unidades avaliadas, há corregedorias com estruturas muito maiores, presença em todos os estados, centenas de servidores dedicados exclusivamente à área correcional e recursos financeiros amplos. Mesmo assim, nossa corregedoria, com apenas uma servidora exclusiva, o corregedor e outra colaboradora dividindo funções, conseguiu um resultado excelente. Isso valoriza ainda mais o esforço da nossa equipe nos últimos dois anos”, declarou o corregedor da ANS, Guilherme Medeiros.

Vale informar que os dois últimos níveis do modelo foram alcançados por apenas 4 das 217 unidades de correição avaliadas: Duas no nível 4 e outras duas no nível 5.

Sobre os Modelos de Maturidade da CGU

Os modelos de maturidade da CGU foram desenvolvidos através do Software Engineering Institute (SEI) que avaliava riscos na contratação de empresas de software pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, ainda na década de 1980. Desde então, vêm sendo aplicados em vários segmentos de gestão, na busca do aprimoramento de processos e da previsibilidade de resultados.

Em 2009, o Instituto dos Auditores Internos (IIA), com apoio do Banco Mundial, apresentou o Modelo de Capacidade de Auditoria Interna (IA-CM) para o setor público. Esse padrão inspirou o Modelo de Maturidade Correcional (CRG-MM) desenvolvido pela CGU, ao lado da observação de boas práticas nas unidades componentes do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal (SisCor).

Nessa linha, o desenvolvimento do CRG-MM envolveu a identificação, síntese e priorização de macroprocessos de trabalho relevantes para a atividade correcional; chegando, assim, a um modelo de maturidade específico para a atividade correcional desenvolvida no âmbito do SisCor.

Assessoria de imprensa da ANS

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