A possibilidade de explorar novos destinos com uma camada extra de segurança é algo que vem reforçando a importância do seguro-viagem entre os brasileiros. A proteção que já é considerada essencial para as viagens de lazer ganha ainda mais valor quando o roteiro envolve a prática de esportes. “É muito mais fácil alguém se machucar durante uma atividade física do que visitando um museu, por exemplo”, resume Luciano Bonfim, diretor comercial da Vital Card.
A empresa é uma das únicas no país a oferecer um seguro-viagem voltado às necessidades dos atletas profissionais, além da cobertura que protege quem pratica esportes por lazer há quase 20 anos e já está incluído em qualquer plano. A diferença entre as duas modalidades é a existência de uma competição, com premiação e medalhas, entre competidores de todos os níveis – do iniciante ao de alta performance.
“Se o viajante cai andando de bicicleta com a família ele terá toda a assistência incluída na cobertura contratada. Caso ele viaje para participar de competição de ciclismo será preciso contratar o adicional para esportes profissionais que garantirá o atendimento necessário em caso de acidentes”, explica Bonfim. O valor destinado às despesas médicas decorrentes da prática de esportes é de até 15 mil (Reais, Dólares ou Euros, dependendo da moeda do plano), além da cobertura oferecida pelo plano contratado, válida para enfermidades e acidentes que não estejam relacionados a esportes. “Se a pessoa tropeça na escada rolante, cai e torce o tornozelo, por exemplo”, pontua o diretor.
O adicional para esportes profissionais tem custo equivalente a 50% do plano selecionado e é somado ao valor final quando o viajante opta pela contratação. Um plano de R$ 300, por exemplo, sairá por R$ 450 com a inclusão do adicional para esportes profissionais. “O percentual é cobrado pela seguradora porque a chance de utilização é maior, mas ainda assim a contratação vale muito a pena”, explica Bonfim. Para reforçar a boa relação entre custo e benefício ele cita o exemplo de um atleta de futebol sub-20 que fraturou a perna durante um treino na Europa. “O custo de 8 mil Euros com a cirurgia foi totalmente coberto pelo seguro”, pontua.
Outro grande diferencial é a ampla cobertura que inclui praticamente todas as modalidades esportivas conhecidas, incluindo o automobilismo que é oferecido por poucas empresas. “Não é preciso conferir uma lista de esportes cobertos. Se existir uma federação ou confederação que reconheça aquela prática como um esporte a Vital Card garante a cobertura”, afirma o diretor. A única exceção são as artes marciais que não estão incluídas nos planos por envolver muito contato físico.
O seguro também ajuda a proteger equipamentos esportivos despachados junto à bagagem já que a Vital Card oferece compensação monetária para danos à mala, atraso de seis horas ou mais para a entrega ou extravio permanente. A empresa paga, respectivamente, 50, 300 e 1.000 Reais, Dólares ou Euros, dependendo do plano contratado, para compensar esses imprevistos, contanto que o passageiro apresente a documentação necessária. O valor suplementar é pago após a constatação emitida pela companhia aérea, o que ocorre em um prazo de 30 a 60 dias, dependendo da empresa.
Ninguém quer sofrer uma lesão, mas é fato que atletas estão mais propensos a se machucar. Quem pratica esportes convive com esse risco que pode trazer ainda mais problemas quando o imprevisto ocorre em outro país, com cultura e hábitos diferentes, inclusive em relação ao atendimento de saúde. “Viajar com o seguro ajuda a resolver esses contratempos”, finaliza Bonfim.
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