Resgatar a memória e o valor de quem já viveu muitas experiências interessantes. Esta é a vocação da ONG Meninas de Sinhá, que há 28 anos ajuda mulheres idosas da comunidade Alto da Vera Cruz, em Belo Horizonte, valorizando manifestações locais da cultura popular, como as cantigas de roda. O projeto ganhou, no final do ano passado, mais fôlego para seguir em frente, com a entrada em cena da Brasilcap, empresa de capitalização da BB Seguros, que passou a fazer parte da história deste grupo, como uma de suas principais patrocinadoras, via Lei do Idoso.
“A cultura que nos cerca e da qual fazemos parte é o que temos de mais bonito no Brasil, um país feito de diversidade, que é inclusive um dos valores da Brasilcap. Por isso, é um orgulho para a nossa companhia contribuir para um projeto como o das Meninas de Sinhá”, explica Nelson de Souza, presidente da Brasilcap, líder do mercado de capitalização.
Sediada em Belo Horizonte, o grupo reúne mulheres entre 54 e 95 anos. O projeto foi idealizado por Valdete Cordeiro, que sentiu a necessidade de fazer algo criativo com as mulheres da comunidade, que tinham muitas histórias para contar.
Maria da Conceição Paulo, que hoje preside a organização, explica que logo no início as atividades eram bancadas apenas com recursos próprios. “Nós tínhamos muita vontade de dar certo. Com o passar dos anos, começamos a promover atividades em toda a cidade. Visitamos escolas e lares de idosos levando música e alegria. O patrocínio da Brasilcap nos ajudou a continuar esse trabalho”, conta.
O grupo “Meninas de Sinhá” também oferece oficinas para a formação, socialização e geração de renda. O foco é o trabalho com os idosos, valorizando os conhecimentos, histórias e memórias.
A ONG, além de prestar apoio às mulheres da comunidade, estimula a arte, a preservação cultural e a recuperação da autoestima das participantes do projeto. Isso acontece por meio da realização de festivais, cursos e muitas ações que envolvem manifestações artísticas e a capacitação das moradoras locais.
Com o tempo, o projeto se expandiu e as atividades já chegaram a mais de 30 cidades pelo Brasil, além de festivais fora do país. O Grupo “Meninas de Sinhá” recebeu premiações como o Prêmio Zumbi da Cultura, Prêmio Tim de Música e Prêmio Cultura Viva.
Além de música, dança e arte em geral, a ONG também valoriza a memória afetiva por meio da alimentação. Em 2022, foi editado um livro a partir do projeto “Sabor da Memória”, que reuniu cerca de 30 receitas de doces e salgados das participantes. E a segunda edição do livro já está a caminho: será realizado um concurso para receber novas receitas que serão apresentadas aos jurados. As 60 melhores farão parte do livro “Sabor da Memória – Receitas Afetivas de Belo Horizonte”. Um festival gastronômico para a degustação dos pratos e apresentações culturais fará parte da premiação final.
Mais informações estão disponíveis no site e no YouTube.
Lupa Comunicação
You may be interested

Com foco em inovação, PASI lança produto NR-1
Publicação - 17 de abril de 2026Pioneiro no mercado segurador em soluções para saúde mental no trabalho, o Seguro PASI, desde 2016 através da Central de Amparo, já oferece para os seus segurados…

FenSeg participa de workshop sobre estatísticas de incêndio
Publicação - 17 de abril de 2026A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) participou do I Workshop de Fomento às Estatísticas de Incêndio 2026, realizado em São Paulo, a convite da Associação Brasileira…

Receita de acionista do Grupo MDS supera US$ 2,9 bi
Publicação - 17 de abril de 2026O Grupo Ardonagh registrou em 2025 uma receita de 2,9 bilhões de dólares, com um EBITDA de 1,1 bilhão de dólares, consolidando sua posição entre os 15 maiores grupos…
Mais desta categoria



Ouvidoria se consolida como instrumento estratégico com o consumidor
Publicação - 17 de abril de 2026









