A temática do compliance está cada vez mais globalizada. Nas abordagens corporativas modernas, esse quesito destaca-se como matéria essencial para atingimento da governança corporativa nas empresas. É imprescindível que as organizações estabelecidas no mercado dominem a matéria para melhor compreensão dos processos e identificação das necessidades que envolvem essa realidade.
Publicações técnicas esclarecedoras sobre essa temática serão cada vez mais demandadas junto ao mundo corporativo. Entretanto, nem sempre os textos apresentados disponibilizam conteúdos de fácil compreensão. A partir de uma perspectiva de busca de entendimento sobre o tema, desenvolve-se, nas corporações, a materialização da excelência para o enfrentamento das adversidades trazidas pelo processo.
É necessário evidenciarmos que as premissas previstas para essa temática demandem pela função de balanceamento entre a efetividade da conduta da organização e a legislação aplicável a ela. Propondo, assim, a conformidade junto às normas e leis, paralelamente considerando a busca de uma relação direta, preventiva e reativa, de uma “abordagem de riscos” efetiva na corporação.
A metodologia para atingimento da conformidade exige uma programação formal apropriada, preestabelecida, conjuntamente com uma prospecção de profissionais especializados para efetivação na prática. As readequações oportunizam aprimoramento nas atividades de controles internos dos colaboradores e desdobramentos pertinentes em seus processos de trabalho. Esses fatores são imprescindíveis para viabilização da perspectiva de uma geração corporativa organizacional mais ética, transparente e responsável.
Já é fato, nas maiores economias mundiais, que as empresas com boas práticas de governança – com destaque para organizações que buscam efetivamente atingir o compliance – são mais atraentes para investidores e garantem maior retorno aos acionistas. Investir em compliance é assumir o compromisso de prevenção e do combate a riscos – processo estabelecido para evitar irregularidades e condutas antiéticas. Nesse contexto, as premissas comentadas são fortes aliadas na criação de uma cultura corporativa de fortalecimento da imagem institucional e de credibilidade das corporações diante dos múltiplos públicos – sejam eles clientes, funcionários, fornecedores, investidores, etc.
Paulo Antonio Barni, Superintendente de Compliance, Controles Internos e Modelagem do GBOEX
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