00:00:00
09 Jan

Governança: boas práticas permitem a sustentabilidade financeira de operadoras de saúde, afirma Mazars

28 de outubro de 2022
309 Visualizações

O tema ESG tomou espaço e é considerado como assunto prioritário entre as organizações. A letra G corresponde a governance, que, ao se traduzir do inglês, significa governança. Recentemente, as boas práticas de governança têm sido discutidas por operadoras de planos de saúde, principalmente após a ANS publicar a Resolução Normativa 518/22 (que revogou a anterior, de 2019). “Tal medida é benéfica ao setor, uma vez que garante a transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa, garantindo, assim, a sustentabilidade de longo prazo à empresa”, afirma Janny Castro, diretora de Consulting da Mazars, empresa de auditoria e consultoria empresarial.

De acordo com a diretora de Consulting da Mazars, é importante observar que há uma preocupação da ANS em garantir ao segmento uma avaliação mais adequada dos riscos das operações dessas empresas. “Mesmo com o desafio em implementar a governança, é fundamental lembrar que o objetivo final é a garantia da solvência das operadoras. Obviamente que algumas empresas já tinham alguma estrutura de compliance definida, mas não existia uma regulação. E, essa iniciativa exige uma evolução da maturidade dos controles internos.”

Segundo a executiva, há a necessidade de um investimento para se adequar as práticas de governança, objetivando o cumprimento da norma, entretanto, no médio e longo prazos, as operadoras terão benefícios financeiros. “A partir do momento em que a empresa tem o conhecimento dos seus riscos, decide implementar um controle adequado para que eles sejam minimizados. E, a tendência é que esse incremento de investimento, num primeiro momento, seja diluído ao longo do tempo; primeiro porque uma melhor governança impacta numa melhor gestão dos custos; e, por fim, como previsto na norma, aquelas entidades que implementarem todos os requisitos de forma efetiva, terão benefício no seu fator de capital regulatório, resultando no decrescimento de capital alocado para atender à regulação.”

“Com boas práticas de governança, as perdas originadas de riscos operacionais são bem menores. Por isso, há a predisposição de que as operadoras tenham mais rentabilidade para a sua operação, não sendo necessário repassar custos aos consumidores finais, ou seja, os benefícios são para todos.”

A nova regulação já está vigente, e as operadoras de planos de saúde devem se adequar até o dia 31 de dezembro de 2022 para obter os benefícios indicados na resolução.

Insithnet

You may be interested

Zurich celebra formatura do projeto Moldando o Futuro
Zurich Seguros
69 Vizualizações
Zurich Seguros
69 Vizualizações

Zurich celebra formatura do projeto Moldando o Futuro

Publicação - 8 de janeiro de 2026

Foi realizada, no Zurich Help Point (Avenida Raja Gabáglia, São Bento), a formatura da nova turma de Belo Horizonte do Moldando o Futuro, projeto de qualificação profissional…

Capitalização cresce 8,8% e movimenta R$ 28,67 bilhões
Fenacap
85 Vizualizações
Fenacap
85 Vizualizações

Capitalização cresce 8,8% e movimenta R$ 28,67 bilhões

Publicação - 8 de janeiro de 2026

A Capitalização movimentou R$ 28,67 bilhões entre janeiro e outubro de 2025, crescimento de 8,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados da…

Mapfre atualiza marca global em nova fase
Mapfre
95 Vizualizações
Mapfre
95 Vizualizações

Mapfre atualiza marca global em nova fase

Publicação - 8 de janeiro de 2026

A Mapfre, companhia global de seguros e serviços financeiros, passa a adotar, a partir de hoje, uma nova identidade visual. A mudança marca o primeiro reposicionamento da…

Deixe um Comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Mais desta categoria

WordPress Video Lightbox Plugin