Começar o próprio negócio apostando no mercado de franquias já provou ser uma iniciativa muito promissora. Prova disso são os resultados do franchising brasileiro que faturou R$41,46 bilhões durante o primeiro trimestre deste ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).
Mesmo com todo treinamento e suporte prestado pela franqueadora para garantir o sucesso da operação, a escolha final, claro, é do investidor. Para garantir que o perfil do interessado realmente estará de acordo com a proposta da franquia, diversas redes desenvolveram uma espécie de test drive, colocando o possível franqueado em contato com a rotina da unidade.
“É complicado abrir uma empresa e perceber que aquilo não era o que você esperava. Não tem como pedir demissão e ir embora”, afirma Edmundo Nogaroto, diretor de expansão da San Martin Corretora de Seguros. “Para evitar riscos dos dois lados, tanto do franqueado quanto da franqueadora, nós oferecemos o test drive para que esse investidor conheça pessoalmente como seria seu trabalho, seu dia a dia”, explica.
Como funciona
Na San Martin as visitas são realizadas na sede da franquia (localizada em São José do Rio Preto, SP) e em unidades máster franqueadas. Nenhum custo é cobrado pela visita e o test drive não é obrigatório – a prática não faz parte do treinamento nem está prevista pela Circular de Oferta de Franquia (COF).
Após agendar uma data e comparecer na unidade escolhida, o interessado acompanhará a rotina de trabalho na franquia, os processos do negócio, venda dos serviços comercializados pela rede, prospecção de novos clientes, etc.
Diferentemente do treinamento, onde o já franqueado aprende tudo sobre o negócio, o test drive é a chance de o candidato observar em tempo real o funcionamento de uma unidade, tirar suas dúvidas e decidir se aquele trabalho realmente é para ele. “Tudo que a gente compra é pensado nos mínimos detalhes. Onde compensa comprar certo produto, qual local é mais viável, como é a produção em determinado lugar… nós pesquisamos e testamos tudo, por que seria diferente com a própria empresa?”, questiona o diretor.
Em sua visão, é mais do que natural que o candidato conheça o negócio antes de tomar uma decisão tão séria quanto essa, já que o intuito da visita é justamente passar ao candidato o que é administrar uma franquia: lidar com funcionários, solicitações, pagamentos, etc., dando uma visão literal sobre o tamanho da responsabilidade e do comprometimento exigidos pela franqueadora. “Essa ambientação é a cereja do bolo. Nesse momento o candidato consegue se ver exercendo a profissão, tornando a decisão bem mais fácil”, diz.
Fatos&Ideais Comunicação
You may be interested

CCS-SP discute papel fundamental do corretor
Publicação - 15 de maio de 2026O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu no seu tradicional almoço, no dia 12 de maio, no Terraço Itália, os embaixadores do Instituto…

Maio Amarelo reforça importância do seguro automóvel
Publicação - 15 de maio de 2026O movimento Maio Amarelo, voltado à conscientização para a redução de sinistros de trânsito, ganha relevância em 2026 em um cenário de aumento de acidentes graves e…

Corretores têm até hoje para se inscrever em capacitação gratuita do Sindsegnne
Publicação - 15 de maio de 2026Esta sexta-feira (15) marca o último dia de inscrições para o Programa de Desenvolvimento de Competências – PDMS na Prática, iniciativa gratuita promovida pelo Sindicato das Seguradoras…
Mais desta categoria













