IA, Direito e Saúde Suplementar: inovação com ética, segurança e propósito

A transformação digital no setor jurídico deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade urgente. No último “Esquenta AB2L LEX 2025”, tive a oportunidade de integrar um painel sobre “IA no Jurídico: Como Aplicar, Benefícios Reais e Desafios na Prática”, em um debate que deixou clara a dimensão estratégicada inteligência artificial na rotina jurídica.

Vivemos um cenário em que a velocidade da informação e o volume de dados desafiam a eficiência dos departamentos jurídicos. A IA surge como resposta a esse desafio, oferecendo soluções que vão da automação de tarefas repetitivas, como análise de contratos e pesquisas jurisprudenciais, até a criação de copilotos jurídicos que auxiliam na tomada de decisões.

A resposta está na experimentação controlada. Testes em ambientes seguros, uso de dados anonimizados e envolvimento direto das áreas de segurança e TI são medidas fundamentais. Mas mesmo com a estrutura ideal, um obstáculo silencioso permanece: a resistência cultural. A inovação muitas vezes esbarra no medo do novo, no receio de errar, e em ambientes corporativos isso pode paralisar iniciativas antes mesmo de serem exploradas.

Criar uma cultura que permita o erro como parte do aprendizado é essencial. A IA precisa ser treinada e ajustada — e isso só acontece quando há espaço para tentativa e erro. A inovação exige investimento em capacitação, ambientes seguros para teste e, acima de tudo, liderança que estimule e proteja esse processo.

Tenho acompanhado iniciativas que demonstram na prática como a IA pode gerar ganhos reais em performance, desde automatizações na controladoria jurídica até a criação de soluções por colaboradores, em programas internos de inovação. Quando o conhecimento é compartilhado e a liderança incentiva o uso responsável da IA, novas ideias florescem com impacto concreto nos resultados.

O uso da inteligência artificial no Direito não é mais uma escolha, é uma necessidade estratégica. Mas sua aplicação efetiva depende de um equilíbrio entre conhecimento técnico, cultura organizacional e segurança. O caminho passa por identificar as dores reais do departamento, escolher as ferramentas adequadas e criar espaço para que as ideias sejam testadas, ajustadas e, finalmente, implementadas.

Se a IA parece complexa, devemos começar pelo básico: entender os princípios, estabelecer regras claras de segurança e fomentar uma cultura de uso ético e responsável. A inovação nasce da prática. E a prática, por sua vez, exige coragem para fazer diferente.

Lt Guimarães

*Por Renan Coelho, Gerente Jurídico na Allcare Gestora de Saúde, bacharel em Direito pela Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro, com especializações em Gestão de Departamentos Jurídicos (Intellijur), Finanças para Gestores (FGV), ChatGPT e AI Law (Future Law) e Inteligência Artificial para Negócios (StartSe – AI Academy).

Por que montar um time de comercial é sempre um desafio?

Costumamos falar que o time comercial é o coração de qualquer empresa. Afinal, sem vendas ou captação não existe fluxo de receitas. Mas, se todas as empresas, independente do setor que atuem, necessitam de um bom time de vendas, porque é tão desafiador ter uma equipe eficiente em vendas?

Bom, aqui vamos pontuar alguns fatos importantes que muitas empresas e gestores ignoram. O time comercial vai dar o tom de onde a sua empresa pode chegar e, principalmente, quem é ela hoje.

Grandes escolas de business e gestão como Insead e Harvard ensinam em suas matérias de estratégia de vendas o seguinte conceito: “Poder fala com poder”.

Isso significa que o nível dos seus vendedores vai ditar em que camada da empresa ele se comunica. Se a empresa tem uma equipe mediana, mono produto ou sem um nível de conhecimento ou networking elevados, este time sempre estará em contato com o nível gerencial e operacional.

Por consequência, isto pode limitar atuações mais estratégicas nos clientes e não garantir a continuidade deste negócio no longo prazo, já que o nível gerencial e operacional tende a ter um turnover (taxa de rotatividade) maior.

Se a empresa tem COMERCIAIS DE ALTO NÍVEL (networking de qualidade, conhecimentos de vários produtos e soluções, repertório de conhecimentos vastos, vivência de mercado, entre outros…), este profissional se comunica da diretoria para cima e geralmente é visto como “a solução”. Isso cria vínculos entre as empresas e gera negócios de longo prazo. Aqui estamos gerando VALOR.

Agora vamos falar de equipes… Sempre que falamos de times temos que ter um líder. E aqui, está o maior erro que muitas empresas cometem. Quando olhamos para um grupo de comerciais e precisamos de um líder, geralmente as companhias pegam seu melhor vendedor e o transforma no Diretor Comercial. Aqui, está um erro gravíssimo, pois gestão requer outras habilidades que não necessariamente o melhor vendedor possui.

Habilidades de um bom comercial: ter repertório vasto,  facilidade de comunicação, follow up, conhecimento de produtos, networking e persistência;

Habilidades de um gestor de área comercial: realizar a gestão de pessoas, de portfólio, de P&L, de Pipeline e ter conhecimentos técnicos;

São habilidades completamente diferentes. Habilidades podem ser desenvolvidas, mas isso tem um custo muito alto para as empresas, primeiro porque existe uma curva de aprendizado e adequação que leva tempo. Segundo, porque a empresa perde um excelente vendedor para ter um gestor mediano ou fraco. Terceiro, porque reparar este erro significa contratar alguém para esta função.

Sendo assim, nenhuma empresa deveria negligenciar a gestão do “seu Coração”. Profissionais de vendas de alta performance são valiosíssimos no mercado. Mas, não se cria alta performance com gestão fraca, ter uma gestão comercial fraca nivela os times por baixo.

Reflita. Quem você quer ser neste mercado? Como anda o “coração” da sua empresa? Os clientes que você tem na carteira hoje te levarão para o futuro que você almeja? O seu diretor comercial está pronto para ter um time de high performance, seja contratando ou formando?

Se a resposta para estas perguntas for “Não” você precisa cuidar melhor do seu coração. Pense nisso!! O futuro em um mercado competitivo e cada vez mais audacioso precisa de estratégia, visão e abertura para os desafios.

Erika Figueiredo Comunicação

*Por Lygia Muriel, Executiva C-Level em diretoria estratégica e de negócios

O que muda na nova era da distribuição de seguros no BR

Você já ouviu falar em MGA – Managing General Agent ou “Agente Geral de Gestão”? Essa sigla representa uma das maiores transformações do mercado de seguros no Brasil e pode ser a oportunidade para sua empresa criar fonte de receita, sem precisar virar uma seguradora. Sim, é possível oferecer seguros com a sua marca, de forma legal, simples e altamente rentável. E tudo isso começou com uma mudança regulatória em 2021 que, de forma discreta, cria um mercado para empresas que querem ir além do óbvio.

Durante décadas, o mercado de seguros brasileiro foi dominado por grandes companhias e corretoras. Lançar um produto próprio era inviável para empresas menores, por conta do alto custo e da complexidade regulatória. Na prática, isso significava um obstáculo à inovação. Poucas empresas tinham autonomia para oferecer seguros personalizados, o que limitava o acesso da população e impedia novas fontes de receita para outros setores.

Em 2021, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) abriu uma nova possibilidade no mercado: empresas não seguradoras podem, desde que conectadas a uma seguradora licenciada, oferecer proteção com a sua própria marca. É aí que entra o modelo MGA, ao cuidar da distribuição e da experiência do cliente, enquanto a companhia parceira cuida da parte regulatória, emissão de apólices e garantias. Em resumo: você foca na venda e no cliente; quem entende da burocracia faz o resto.

Receita nova sem burocracia

Segundo estudo da Consultoria Deloitte (2024), 71% dos consumidores preferem contratar seguros no mesmo momento em que compram outro produto ou serviço. Por exemplo, na aquisição de um celular, na assinatura de um app ou em uma corrida por aplicativo. Isso abre uma porta enorme para empresas que querem oferecer um seguro como produto complementar, com a sua marca. E o melhor: com alta margem de lucro e custo operacional baixo.

Estudos de mercado mostram que o setor do varejo, por exemplo, pode aumentar em até 20% o faturamento com seguros integrados. E o cliente ainda tem percepção de valor: ele resolve tudo num só lugar, com uma marca em que confia.

Modelos que já estão funcionando

– Fintechs: Muitas startups atraem milhões de usuários, mas ainda não têm uma receita sustentável. O seguro pode ser o primeiro produto ‘monetizável’ e pode representar 100% da receita nos primeiros meses.

– Redes de varejo regionais: empresas com 100 a 300 lojas já estão testando garantia estendida, proteção de produtos e serviços financeiros próprios, usando o modelo MGA.

– Aplicativos de mobilidade: Em cidades menores, apps locais oferecem seguros para motoristas e passageiros integrados à jornada com contratação em um clique, direto no app.

Mesmo sendo legal desde 2021, o modelo MGA ainda é pouco conhecido no Brasil. Muitos empreendedores, executivos e até profissionais do mercado de seguros ainda não sabem que essa possibilidade existe. Isso cria uma oportunidade rara: quem entende esse modelo agora, pode sair na frente e capturar um espaço de mercado antes dos concorrentes.

Nos Estados Unidos e na Europa, os MGAs já são parte central da distribuição de seguros. No Brasil, o movimento está apenas começando e será inevitável. O mercado está passando por uma transformação profunda. E ela não diz respeito apenas à tecnologia ou regulação. É uma nova forma de pensar o seguro: mais próximo do cliente, mais conectado ao negócio e mais acessível.

Com o modelo MGA, empresas de qualquer setor podem lançar seu próprio produto. Sem precisar virar seguradora nem dominar a regulação. É uma chance real de criar valor, fidelizar o cliente e aumentar a receita. E, neste novo cenário, quem chega primeiro, lidera.

Pauta Vip

*Por Pedro Pires, sócio-fundador do Grupo Gomes Pires

Como a IA está redesenhando o futuro da previsão climática

Enchentes devastadoras, deslizamentos de terra, ondas de calor e rajadas de vento, eventos climáticos extremos estão deixando de ser exceção para se tornarem parte do cotidiano. Entre vários exemplos, esses extremos causam diversos transtornos para o desenvolvimento das atividades do dia a dia e para o planejamento estratégico de vários setores. O agravamento da crise climática global escancarou uma verdade incômoda: nossos modelos tradicionais de previsão do tempo não estão à altura da complexidade do mundo real.

Por décadas, dependemos de sistemas que enxergam o clima como um fenômeno de larga escala — útil para prever frentes frias ou mudanças sazonais, mas pouco eficaz para entender como esses fenômenos afetam o bairro onde moramos, a estrada que percorremos ou a lavoura que alimenta cidades inteiras. A maioria dos modelos ainda opera com resoluções espaciais que beiram os 25 km. Traçando uma analogia, isso significa tentar montar um quebra-cabeça de 1000 peças com apenas 50.

Mas e se fosse possível “ver” o clima com resolução de rua, quase como se tivéssemos uma estação meteorológica a cada 30 metros do território? Foi com essa ambição — e senso de urgência — que desenvolvemos o MIA-Climap na MeteoIA, um modelo de previsão climática guiado por inteligência artificial que busca transformar como lidamos com os riscos do tempo.

Ao integrar dados de satélites, sensores, modelos atmosféricos e séries históricas, o MIA-Climap atua como um sistema de visão computacional do clima: agregando as características de terreno, vegetação, relevo, umidade do solo e até a temperatura dos oceanos. Com o suporte de redes neurais profundas, consegue aprender padrões complexos e gerar previsões localizadas com um nível de detalhe avançado em comparação com os modelos atuais.

Esse avanço tecnológico não é apenas uma conquista de engenharia — é uma revolução prática. Governos podem agora mapear com meses de antecedência áreas suscetíveis a enchentes. Gestores de energia conseguem antecipar vulnerabilidades na rede diante de ventos extremos. Seguradoras aprimoram a subscrição de apólices, ajustando prêmios com base no risco climático real de cada ativo. E especialistas em saúde pública podem prever regiões com maior concentração de poluentes no ar já para o dia seguinte.

A precisão do MIA-Climap em detectar eventos extremos tem sido validada empiricamente. Seu desempenho tem sido considerado superior em comparação aos métodos tradicionais. Um exemplo marcante ocorreu em fevereiro de 2025, quando o sistema conseguiu antecipar com acurácia as rajadas de vento que atingiram uma unidade da Petz, em Curitiba. Essa capacidade de previsão hiperlocal pode significar a diferença entre uma resposta preventiva e uma tragédia anunciada.

A comunidade científica tem reconhecido esse avanço. O MIA-Climap foi destaque em sessões sobre aprendizado profundo na American Meteorological Society Annual Meeting, chamando atenção pela maneira como traduz dados massivos em insights concretos — um exemplo de como a IA pode servir ao bem comum.

Vivemos um tempo em que o clima deixou de ser apenas assunto de conversa e se tornou uma questão de sobrevivência. Nesse novo cenário, precisamos de ferramentas que combinem precisão técnica com aplicabilidade social. A inteligência artificial, quando bem usada, pode ser essa ferramenta.

Ruco Comunicação

*Por Gabriel Perez, sócio-fundador da MeteoIA

Como a IA está redesenhando o futuro da previsão climática

Enchentes devastadoras, deslizamentos de terra, ondas de calor e rajadas de vento, eventos climáticos extremos estão deixando de ser exceção para se tornarem parte do cotidiano. Entre vários exemplos, esses extremos causam diversos transtornos para o desenvolvimento das atividades do dia a dia e para o planejamento estratégico de vários setores. O agravamento da crise climática global escancarou uma verdade incômoda: nossos modelos tradicionais de previsão do tempo não estão à altura da complexidade do mundo real.

Por décadas, dependemos de sistemas que enxergam o clima como um fenômeno de larga escala — útil para prever frentes frias ou mudanças sazonais, mas pouco eficaz para entender como esses fenômenos afetam o bairro onde moramos, a estrada que percorremos ou a lavoura que alimenta cidades inteiras. A maioria dos modelos ainda opera com resoluções espaciais que beiram os 25 km. Traçando uma analogia, isso significa tentar montar um quebra-cabeça de 1000 peças com apenas 50.

Mas e se fosse possível “ver” o clima com resolução de rua, quase como se tivéssemos uma estação meteorológica a cada 30 metros do território? Foi com essa ambição — e senso de urgência — que desenvolvemos o MIA-Climap na MeteoIA, um modelo de previsão climática guiado por inteligência artificial que busca transformar como lidamos com os riscos do tempo.

Ao integrar dados de satélites, sensores, modelos atmosféricos e séries históricas, o MIA-Climap atua como um sistema de visão computacional do clima: agregando as características de terreno, vegetação, relevo, umidade do solo e até a temperatura dos oceanos. Com o suporte de redes neurais profundas, consegue aprender padrões complexos e gerar previsões localizadas com um nível de detalhe avançado em comparação com os modelos atuais.

Esse avanço tecnológico não é apenas uma conquista de engenharia — é uma revolução prática. Governos podem agora mapear com meses de antecedência áreas suscetíveis a enchentes. Gestores de energia conseguem antecipar vulnerabilidades na rede diante de ventos extremos. Seguradoras aprimoram a subscrição de apólices, ajustando prêmios com base no risco climático real de cada ativo. E especialistas em saúde pública podem prever regiões com maior concentração de poluentes no ar já para o dia seguinte.

A precisão do MIA-Climap em detectar eventos extremos tem sido validada empiricamente. Seu desempenho tem sido considerado superior em comparação aos métodos tradicionais. Um exemplo marcante ocorreu em fevereiro de 2025, quando o sistema conseguiu antecipar com acurácia as rajadas de vento que atingiram uma unidade da Petz, em Curitiba. Essa capacidade de previsão hiperlocal pode significar a diferença entre uma resposta preventiva e uma tragédia anunciada.

A comunidade científica tem reconhecido esse avanço. O MIA-Climap foi destaque em sessões sobre aprendizado profundo na American Meteorological Society Annual Meeting, chamando atenção pela maneira como traduz dados massivos em insights concretos — um exemplo de como a IA pode servir ao bem comum.

Vivemos um tempo em que o clima deixou de ser apenas assunto de conversa e se tornou uma questão de sobrevivência. Nesse novo cenário, precisamos de ferramentas que combinem precisão técnica com aplicabilidade social. A inteligência artificial, quando bem usada, pode ser essa ferramenta.

Ruco Comunicação

*Por Gabriel Perez, sócio-fundador da MeteoIA. PhD em ciências do clima pela University of Reading, United Kingdom, MSc e BSc em ciências atmosféricas pelo IAG/USP

Educação, contribuição e desigualdades pautam a COP 30

A valorização da educação como motor de transformação social, a contribuição dos países tropicais e o acesso a meios sustentáveis, com atenção às desigualdades, estão entre os temas esperados nos debates da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que acontece em novembro deste ano, em Belém, no estado do Pará. As expectativas para a discussão dos temas foram apontadas pelos especialistas e embaixadores do Movimento Circular durante a live “Circular Talks Embaixadores”, que abordou o tema “Policrise e a pegada ambiental”, na última quarta-feira (25/06).

Flavio Ribeiro, doutor em Ciências Ambientais pela USP, aponta a necessidade de avançar no reconhecimento da economia circular como ferramenta eficaz na gestão de carbono, além de fortalecer a participação dos países. “Isso já tem acontecido, é factível. Cito, ainda, sobre o reconhecimento da importância da contribuição dos países tropicais para além da conservação florestal nas mudanças climáticas. Temos tantas práticas e saberes que podem servir de exemplo para o mundo e que precisam ser visibilizados”, afirma.

Na mesma linha, ele destaca a importância do Plano Nacional de Economia Circular, promulgado em maio de 2025, especialmente no contexto da conferência. Colaborador na revisão do documento, Flavio defende maior envolvimento da sociedade para que o plano se torne um instrumento de mudança. “Cria-se junto com o plano também uma ideia de governança. A gente precisa lembrar que o consumo é um privilégio, consome quem pode, e falar de consumo sustentável é falar de consumo para quem pode escolher o que consome. Diversas escolhas, então, estarão atreladas à inclusão social e redução das desigualdades”, reforça. Para ele, a educação, ao lado da inovação e da cultura, deve orientar comportamentos e valores no cotidiano em vista da circularidade.

A necessidade de reconhecer os esforços do Brasil nesse cenário é reforçada por Isabela Bonatto, com doutorado e mestrado em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em Gestão de Resíduos. “O Brasil tem que ser valorizado, uma vez que está tentando, ainda mais que a COP será no país”, comenta. Para ela, é essencial que o evento contemple a pluralidade de contextos e saiba equilibrar pressões de diferentes origens, incluindo o capitalismo, as grandes corporações e as realidades locais. “Acredito que a ONU vai ter que balancear diferentes pressões e redistribuir o poder de como fazer para mitigar a pegada ambiental”, ressalta.

Nesse sentido, a mobilização da sociedade civil também surge como fator essencial. Para a professora Sueli Angelo Furlan, pós-doutora e especialista em Educação Socioambiental pela Universidade de Cádiz, na Espanha, e professora assistente da USP, a participação popular pode impulsionar compromissos mais ousados por parte dos governos. “As conferências da ONU são para o mundo. Será muito positivo se as movimentações sociais, que sempre empurraram a questão ambiental, ocorram, porque vai empurrar os governantes. O contraste poderá ser visto pelo mundo todo, e que isso não termine com a COP”, destaca.

Completando as expectativas, Christian Ullmann, Design Industrial, pela Universidade de Buenos Aires – Argentina, e consultor em Design para Economia Circular, enfatiza o simbolismo de a COP30 acontecer em Belém. Para ele, a escolha da Amazônia como sede carrega um peso único no debate climático global. “É importante que a COP aconteça na Amazônia, porque é um dos poucos lugares do mundo onde existem grupos sustentáveis, grupos circulares, com povos originários”, conclui.

Betini Comunicação

Foto: Especialistas e embaixadores do Movimento Circular

A revolução da LRS no mercado brasileiro

O mercado de resseguros no Brasil iniciou uma nova era, com a emissão da primeira Letra de Risco de Seguro (LRS). A operação de R$ 33,7 milhões inaugura um instrumento financeiro que transforma riscos seguráveis e, naturalmente, resseguráveis em oportunidades de investimento, atraindo investidores e liberando capital para o setor. Para investidores institucionais, representa uma nova classe de ativo com retornos que não estão atrelados aos ciclos econômicos tradicionais. Ao mesmo tempo em que revoluciona o mercado segurador, portanto, a LRS beneficia e impulsiona o mercado de capitais.

A operação visou proteger parte das exposições detidas pelo ressegurador em 14 riscos específicos (grupos econômicos) vinculados à sua carteira de garantia. A Andrina SSPE, subsidiária integral do IRB(Re), estruturou a emissão em parceria com o Itaú BBA, utilizando os regramentos da Lei 14.430/2022, que regula títulos ligados a seguros no Brasil.

Para esta primeira operação, a estratégia focou nas sinergias presentes nos mercados ressegurador e de capitais. O objetivo foi fornecer ao investidor uma operação com riscos mais próximos do seu dia a dia, reduzindo a curva de aprendizagem necessária para desenvolver negócios similares em outras linhas. Daí a escolha pela carteira de Garantia, que considera, assim como os investidores e além de outras variáveis, a qualidade do crédito e a probabilidade de inadimplência das empresas analisadas.

A LRS emitida, com rentabilidade de CDI + 2,5% paga no vencimento, em uma primeira análise e tendo em vista o tipo de risco por ela protegido, não possibilita ao investidor uma completa descorrelação de variáveis macroeconômicas tradicionais enfrentadas por eles em seu mercado natural de atuação. Para mitigar esse tema e dado o ineditismo da operação, optou-se por oferecer um prêmio de risco superior ao habitualmente percebido pelo mercado financeiro para o risco de inadimplência das companhias protegidas nesta oportunidade.

Com o suporte regulatório da Susep e a crescente demanda por instrumentos financeiros inovadores, espera-se que mais operações desse tipo sejam realizadas, fortalecendo a resiliência do setor segurador e atraindo investidores em busca de diversificação. Para o IRB(Re), a operação libera capital, e, naturalmente, capacidade de resseguro, ampliando seu potencial de oferecer novas exposições.

A emissão da primeira Letra de Risco de Seguro é um marco histórico para o mercado brasileiro. Ao conectar o mercado segurador ao de capitais, abre portas para a inovação financeira, oferecendo uma solução que beneficia investidores, seguradoras e o país como um todo, reforçando a possibilidade e a abrangência de proteção necessária ao desenvolvimento da sociedade brasileira.

Assessoria de Imprensa IRB(Re)

*Por Luciano Lopes Valina, gerente de Seguro Garantia do IRB(Re)

Bloomberg lança oferta de IA que simplifica a busca por alpha

A Bloomberg anunciou hoje os planos para lançar sua nova solução Document Search & Analysis, que permitirá a profissionais de investimento e tomadores de decisão corporativos fazer perguntas e acompanhar respostas usando linguagem natural, para extrair insights com mais facilidade a partir de documentos de empresas, notícias, relatórios de pesquisa de casas de análise e independentes, anotações internas e muito mais. A nova solução de pesquisa estará disponível para os usuários do Bloomberg Terminal até o final de 2025.

Por que isso é importante para profissionais do mercado financeiro:

Clientes habilitados poderão usar a solução para transformar cada etapa de seu trabalho, maximizando produtividade e desbloqueando insights para ideias sobre empresas e setores relevantes. Eles poderão rapidamente localizar e condensar materiais de origem para comparar simultaneamente empresas ou temas quentes ao longo do tempo e fazer inferências de forma mais integrada com dados e análises no Bloomberg Terminal, desenvolvidos especificamente para pesquisa financeira. Os usuários podem se conectar e colaborar imediatamente com os analistas responsáveis pelos relatórios de mercado mais recentes por meio da dinâmica interface do tradicional chat Instant Bloomberg (IB) ou transferir suas descobertas para o abrangente Research Management Solutions (RMS Enterprise), otimizando os fluxos de trabalho de suas equipes.

Como funciona:

A solução é impulsionada pelos 40 anos de expertise da Bloomberg no setor e mais de 15 anos aplicando IA de forma responsável em finanças. O Document Search & Analysis permite que os clientes façam perguntas e acompanhem respostas em linguagem cotidiana, identificando instantaneamente o melhor conteúdo, organizado em visões estruturadas e comparativas. Os investidores podem utilizar IA para explorar e localizar rapidamente as informações necessárias na ampla biblioteca de conteúdos premium e confiáveis da Bloomberg, assim como em suas anotações internas de pesquisa. A biblioteca de pesquisa da Bloomberg é ampla e de alta qualidade, incluindo mais de 400 milhões de documentos, como:

  • transcrições, apresentações e documentos de divulgação de resultados de empresas,
  • cobertura jornalística de última hora de fontes como a Bloomberg News, que publica mais de 5.000 matérias diariamente,
  • além de relatórios de pesquisa de casas de análise e independentes, bem como conteúdos proprietários da Bloomberg Intelligence, BloombergNEF e Bloomberg Economics, que cobrem milhares de empresas, tendências setoriais e projeções econômicas.

O panorama geral:

A solução Document Search & Analysis é uma evolução do AI-Powered Document Insights da Bloomberg e complementa o AI-Powered News Summaries, como parte da missão da companhia de reinventar o Bloomberg Terminal para a era da inteligência artificial. A Bloomberg continuará utilizando IA para aprimorar suas soluções de pesquisa, com a inclusão de mais documentos, recursos de produto e integrações, para ajudar os clientes a descobrir insights acionáveis por meio de uma experiência de uso simples e completa. Clique aqui para ativar o novo Document Search & Analysis.

Pablo Riveroll, Fund Manager e Global Head of Equities Research da Schroders, declarou: “A tecnologia de IA tem potencial para redefinir a forma como fazemos pesquisa e tomamos decisões de investimento para gerar alpha. Como a Schroders foi uma das primeiras a participar dos testes beta, conseguimos perceber como o Document Search & Analysis oferece uma prévia atraente desse futuro transformador”.

Johannes Maier, Portfolio Manager da Bantleon Institutional Investing, afirmou: “A IA vai redefinir a análise fundamentalista, tornando possível obter insights mais profundos e trabalhar com velocidade sem precedentes. Utilizar o produto beta Document Search & Analysis da Bloomberg me ajudou a gerar insights a partir dos resultados de várias empresas sob minha cobertura, preparar reuniões com executivos e investigar mais a fundo o que ouvi nessas conversas, gerando novas ideias de investimento quase instantaneamente”.

Colin McGranahan, Head of Research da Bernstein, disse: “À medida que a IA continua evoluindo rapidamente, estamos ativamente explorando tecnologias emergentes com parceiros líderes como a Bloomberg para apoiar melhor nossas equipes e gerar valor para os clientes. A Bernstein foi uma das primeiras a testar o Document Search & Analysis da Bloomberg, e consideramos a ferramenta um recurso útil para navegar e resumir pesquisas no Terminal”.

Hidekatsu Watanabe, Head of Equity Research no Japão da Mizuho Securities, comentou: “Para entregarmos nossas visões exclusivas aos clientes do buy-side em todo o mundo, estamos constantemente acompanhando tendências setoriais, analisando os dados de desempenho mais recentes das empresas e refinando novas ideias de investimento. É gratificante ver o desenvolvimento de tecnologias inteligentes como o Document Search & Analysis, que a Mizuho Securities começou a utilizar no Bloomberg Terminal ainda na fase beta, e que pode facilitar para os investidores a descoberta e exploração de nossas análises”.

Romain Faure, Data Scientist da Groupama Asset Management, afirmou: “O Document Search & Analysis da Bloomberg demonstra um potencial sólido ao utilizar IA para desbloquear o vasto acervo de informações da Bloomberg diretamente no Terminal. Com a futura integração de conteúdo noticioso e suporte para perguntas de acompanhamento, a solução pode transformar significativamente a forma como os usuários acessam informações, transformam dados em insights e tomam decisões”.

Por que isso é importante para equipes de pesquisa:

As soluções da Bloomberg ajudam a transformar o processo de pesquisa, permitindo que os clientes adicionem recursos acionáveis aos seus stacks de dados e tecnologia, tanto em estações individuais quanto via feeds para uso corporativo em larga escala. Os clientes podem otimizar suas organizações para que dados confiáveis e consistentes sejam profundamente integrados aos fluxos de trabalho de pesquisa e produção, e para que suas visões exclusivas sejam rapidamente distribuídas a contrapartes. Por exemplo:

  • RMS Enterprise é projetado para aumentar a eficiência do front-office, facilitando a colaboração em torno de ideias e ao longo do ciclo de investimento,
  • BQuant Desktop permite que os clientes levem suas análises a outro nível, combinando alto poder de processamento com acesso programático a dados e análises em um ambiente seguro e isolado,
  • e para equipes de quants, analistas de pesquisa e cientistas de dados, os produtos Investment Research Data oferecem soluções completas para impulsionar fluxos de trabalho, possibilitando que as empresas testem suas hipóteses de investimento de forma rigorosa com dados granulares sobre classes de ativos e históricos detalhados ponto a ponto.

Suzanne Szur, Research & Companies Product Manager da Bloomberg, declarou: “Nossa nova oferta Document Search & Analysis vai redefinir a maneira como profissionais de investimento e líderes corporativos acessam informações no Terminal. Os recursos do produto refletem nosso forte investimento em tecnologias emergentes como IA e nosso compromisso em ajudar os clientes a identificar insights mais rápido, colaborar de forma fluida e tomar decisões mais inteligentes, extraindo mais valor do uso do Bloomberg Terminal”.

Maquina Cohn Wolfe

A maneira inteligente de utilizar a IA para o seu negócio

Após duas semanas participando de diferentes eventos, não é surpresa que a Inteligência Artificial (IA) tenha sido o centro de todas as discussões. O tema foi o destaque tanto no Web Summit Vancouver, um dos maiores eventos tech do mundo; quanto no Unqork Create, encontro promovido pela empresa pioneira em aplicações regenerativas. Posso dizer que 70% das apresentações no Web Summit foram sobre o impacto negativo e como a IA pode ser prejudicial. Os outros 30% estavam explorando o lado positivo e casos de uso muito legais.

Esse cenário me lembra dos anos 90 e 2000, quando todos tinham medo de computadores e da internet. No entanto, aqueles que os usaram primeiro tiraram grande vantagem disso. Acredito que a solução para escolher o melhor caminho a seguir esteja em entender primeiramente o porquê, como, onde e para que a Inteligência Artificial deve ser usada.

Para debater esse tema, vou fazer uma análise separando a utilização da Inteligência Artificial para uso pessoais e para fins comerciais. No primeiro caso, imagino que a maior parte da aplicação seja em pesquisas, como fazíamos com o Google. No entanto, precisamos ter em mente que a IA não é o nosso médico, personal trainer, terapeuta, consultor financeiro ou qualquer outro profissional que você normalmente pede conselhos ou consulta.

Isso vai nos permitir ter acesso a informações mais confiáveis, de forma rápida e acessível, nos permitindo ter condições de aprofundar o debate com esses profissionais, buscando atingir uma melhor qualidade daquele serviço oferecido, fazendo questionamentos mais bem embasados, por exemplo. Em resumo, meu conselho é ‘aproveite a IA, mas não a use como seu consultor final’.

Já para fins comerciais, não acho que devemos usar a Inteligência Artificial para substituir pessoas! Como líderes, acredito que precisamos parar de falar sobre isso e começar a debater sobre como melhorar a qualidade do trabalho e a produtividade, devolvendo tempo livre para desenvolver novas iniciativas. Precisamos utilizá-la para situações que não eram possíveis antes ou em casos em que custariam milhares de dólares e não havia investimento ou tempo para fazê-lo.

Por outro lado, o uso da Inteligência Artificial traz riscos, como alucinações e preconceitos e muitos outros tipos de manipulação que podem acontecer. Por exemplo, no nosso caso específico, antes de um desenvolvedor codificar algo e pedir uma revisão por pares, há uma validação final do teste.

Então, se você estiver gerando código usando IA, precisa lembrar que será responsável também por validar, testar e fazer a revisão por pares. Você é o responsável final pelo código que gerou usando Inteligência Artificial. Se algo der errado ao final do processo, não pode simplesmente colocar a culpa na máquina. O mesmo vale para geração de conteúdo (texto, vídeo e áudio) ou qualquer outra área em que você esteja usando IA para apoiá-lo. Nós, como líderes e usuários, somos os validadores do resultado.

O fato é que o uso da Inteligência Artificial está mudando a maneira como vivemos e trabalhamos, assim como aconteceu com os computadores pessoais, a internet, os smartphones e as mídias sociais. Claro, cada um à sua maneira, com cronograma e custo de adoção diferentes.

Agora, se você me perguntar qual é a minha conclusão, vou simplesmente dizer: ‘use!’ Seja curioso, mas sempre se questione: ‘estou usando da maneira certa?’; ‘isso está me dando tempo livre de volta?’; quais os benefícios?’. O exercício ao contrário também é válido: ‘estou ficando viciado nisso?’ – uma pergunta válida, já que muitos de nós agora somos viciados em smartphones, mídias sociais e assim por diante.

E, finalmente, independentemente de qual ferramenta de IA esteja usando, você não sabe que tipo e nível de alucinações e preconceitos ela pode ter. Então, você é responsável pelo resultado que será gerado, não a máquina! Por isso, como eu não pedi a nenhuma ferramenta de Inteligência Artificial para revisar e melhorar este conteúdo, sinceramente espero que tenha gostado!

Pauta Vip

*Por Rafael Rodrigues, General Manager Latam do InsureMO

A nova NR 1 e mercado de seguros

O setor de Seguros que já é mestre em gerenciar riscos financeiros e de mercado, agora tem um convite para olhar para outro tipo de risco: o humano. A nova NR 1 traz consigo a demanda de se olhar para o dia a dia dos colaboradores, para o estresse das metas, para o ânimo do time, para o clima no escritório. É sobre cuidar das pessoas de forma mais inteligente e, porque não, mais leve.

NR 1: um convite para cuidar

No mundo dos seguros, sabemos que os riscos estão também dentro da empresa. Pense na pressão das vendas, nas horas extras na frente do computador, na cobrança por resultados. Tudo isso pode virar um risco para a saúde mental do time. A NR 1, de um jeito simpático, nos lembra que esses riscos também precisam de atenção.

Para começar, o mais importante é observar os sinais de alerta (os “icebergs” da saúde mental). Muitas vezes, o adoecimento mental não é explícito. Os líderes precisam desenvolver um olhar atento para os sinais, que podem ser sutis no início.

Muitas vezes, os sinais se manifestam por meio de mudanças no comportamento e na comunicação dos colaboradores. Isso inclui observar irritabilidade ou retraimento, desmotivação, variações bruscas de humor, dificuldade de concentração, aumento de atrasos ou faltas, e até mesmo queixas físicas recorrentes como dores de cabeça e insônia – que podem ser o corpo somatizando o estresse.

Além disso, a queda na qualidade do trabalho, o aumento de erros e uma comunicação mais pessimista ou conflituosa são indicadores importantes de que algo não vai bem. O que dizer também de dificuldades de concentração, lapsos de memória ou alterações de humor?

Paralelamente à observação dos sinais, o líder precisa ter clareza sobre os fatores de risco psicossociais que podem estar presentes no ambiente de trabalho. É crucial questionar se a equipe está enfrentando sobrecarga de trabalho com prazos irrealistas, se há falta de autonomia nas tarefas, se as responsabilidades são ambíguas ou se existem conflitos de papéis.

A ausência de suporte social por parte da liderança ou dos colegas, a ocorrência de assédio ou a existência de um ambiente hostil são fatores críticos que exigem atenção imediata. Também é vital avaliar a qualidade da comunicação interna, a insegurança no emprego e o desequilíbrio entre vida pessoal e profissional, que podem gerar estresse e ansiedade.

Cuidar, prevenir e, principalmente, se preparar para as novas exigências do mercado é essencial para a liderança.

É como ter um seguro para a sua equipe: a gente previne o problema antes que ele aconteça. E isso significa olhar para a forma como a equipe se comunica, e até para se o ambiente está favorecendo o bem-estar de todo mundo.

Liderança: orquestrando o bem-estar

Se você é líder, saiba que seu papel aqui é de maestro. Por isso, a questão é: o que o líder precisa fazer para se preparar para a nova NR1?

  1. Dê o exemplo: mostre que você se importa de verdade. Invista tempo e recursos, e faça a segurança e a saúde mental serem assunto em todas as reuniões. É mais inspirador que qualquer discurso motivacional.
  2. Capacite e compartilhe: que tal dar umas aulas de “o poder da comunicação sem atritos”? A NR 1 adora que a gente ensine a equipe a se cuidar.
  3. Escuta realmente ativa: a NR 1 quer que os colaboradores sejam ouvidos. Eles estão lá, no dia a dia, e sabem muito bem os desafios que enfrentam. Crie canais para que eles possam dar ideias e feedbacks sem medo.
  4. Integre, não separe: a NR 1 não é um departamento à parte. Ela é parte do DNA da empresa. Lembre-se: equipe saudável e feliz é sinônimo de resultado.
  5. Use a tecnologia a seu favor: existem várias ferramentas que ajudam a gerenciar os riscos, monitorar o bem-estar e até a se comunicar melhor sobre o assunto. Explore, inove!

O que se ganha com isso?

Quando a liderança abraça a NR 1 de verdade, o resultado é um ciclo virtuoso:

  • Time que veste a camisa (e produz mais): uma equipe que se sente cuidada é mais engajada, produtiva e criativa. É o famoso “ganha-ganha”!
  • Ambiente de trabalho feliz: um clima leve, de confiança e respeito, onde a galera gosta de estar.
  • Atrai os melhores talentos: quem não quer trabalhar em um lugar que se importa com a gente?
  • Economia disfarçada: menos gente doente, menos gente saindo, menos gastos com saúde. No fim, a conta fecha!

A NR 1 é seu novo aliado.

Para o mercado de seguros, a NR 1 é uma oportunidade de mostrar que sua empresa valoriza as pessoas.

Fala Company

*Por Vera Lorenzo, CEO da Fala Company