A MAPFRE, uma das líderes globais do mercado segurador e financeiro, foi selecionada como a nova seguradora da usina hidrelétrica binacional de Itaipu, segunda maior do gênero no mundo. Ao longo dos próximos dois anos, as regionais brasileira e paraguaia da companhia serão responsáveis, em conjunto, pelos seguros de riscos operacionais e de responsabilidade civil da usina.
A escolha se deu após um processo de licitação conduzido pela estatal Itaipu Binacional, para o qual a MAPFRE apresentou a melhor proposta técnica e comercial, superando as concorrentes. Com o contrato, a MAPFRE consolida sua posição de líder em seguros de grandes riscos no Brasil e na América Latina, reforçando sua especialização em projetos de grande complexidade e que exigem alta liquidez patrimonial.
O CEO regional da MAPFRE no Brasil, Felipe Nascimento (foto), destaca a capacidade da seguradora em oferecer à empresa Itaipu Binacional uma solução em seguros que combina expertise, conhecimento global de seguros e capacidade técnica.
“Para a MAPFRE, ser a nova seguradora de Itaipu é motivo de grande orgulho e responsabilidade. Somos uma das poucas companhias de seguros com capacidade para assumir um risco dessa magnitude. Isso demonstra nossa solidez, abrangência e a convicção de que oferecemos a melhor solução para a Itaipu Binacional”, diz o executivo.
Nascimento ainda afirma que a nova apólice sinaliza o apetite da companhia em assumir novos contratos de grandes riscos, sobretudo no setor elétrico e de geração de energia renovável. “Estamos comprometidos em apoiar projetos que impulsionam a sustentabilidade e a inovação no setor energético. O desenvolvimento do Brasil depende de investimentos em infraestrutura e os seguros desempenham um papel fundamental na segurança jurídica e sustentabilidade financeira desses projetos”, afirma o CEO.
Localizada na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, a usina de Itaipu Binacional é a segunda maior hidrelétrica do mundo em capacidade instalada e a maior do Brasil. Responsável por cerca de 9% de toda a energia consumida no Brasil e 86,4% do mercado paraguaio, a usina representa um marco na história da engenharia e do desenvolvimento socioeconômico da região, tendo 20 unidades geradoras, com capacidade de 700 megawatts (MW) cada.
InPress Porter Novelli
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