00:00:00
13 Jan

MAG Seguros avalia os impactos da Reforma da Previdência no futuro das contas públicas

20 de setembro de 2021
269 Visualizações

A MAG Seguros, seguradora de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, participou do XXIV Congresso Brasileiro de Economia, que ocorreu na última semana. Na ocasião, Arnaldo Lima, diretor de Estratégias Públicas da companhia, participou da mesa redonda ‘O Reflexo da Reforma Previdenciária no futuro das contas públicas’. Também estava presente Caroline Teixeira Jorge, assessora parlamentar na Câmara dos Deputados.

No debate, Arnaldo apontou que são inúmeros os desafios a serem enfrentados para equalizar as contas públicas, principalmente em razão do envelhecimento da população. Segundo ele, a previdência é um regime multipilar que deve se atualizar constantemente devida às mudanças demográficas.

Outro ponto evidenciado pelo executivo da MAG Seguros foi sobre a obrigatoriedade da implementação da previdência complementar surgida com a reforma, algo considerado pelo executivo benéfico para os servidores, finanças públicas e desenvolvimento econômico regional.

“A previdência complementar não mais terá impacto na política fiscal dos estados e municípios, já que é uma contribuição definida em regime individualizado e facultativo. Portanto, não existe a possibilidade de déficit ou superávit na previdência complementar dos servidores, todo excedente vai direto para a conta do participante” pontua.

Lima alerta que, apesar dos benefícios, apenas 24 entes federativos têm seu plano de previdência complementar em pleno funcionamento, um número baixo considerando a sua totalidade de 2.155 entes (somando municípios, estados e união).

Ao falar de previsões de futuro, Arnaldo acrescenta que a previdência complementar vai se tornar um dos grandes motores do investimento, pois, considerando suas estimativas, a taxa de adesão do regime será alta por parte dos servidores públicos devido ao benefício financeiro da paridade contributiva.

Ele sinalizou que ao se observar a previdência aberta e fechada, representada por 26% dos ativos financeiros em percentual do PIB, o investimento público no Brasil tem níveis bem baixos. “Sendo assim, pode-se pensar na previdência complementar como uma forma de olhar as necessidades do Estado em inovar em áreas como saneamento, concessões, fundos de investimentos até mesmo em consignado para servidores”, finaliza o executivo.

JeffreyGroup

You may be interested

Tokio Marine cresce 11% na região Nordeste em 2025
Tokio Marine Seguradora
87 Vizualizações
Tokio Marine Seguradora
87 Vizualizações

Tokio Marine cresce 11% na região Nordeste em 2025

Publicação - 12 de janeiro de 2026

A Tokio Marine Seguradora anuncia crescimento de 11% em 2025 na produção da Regional Nordeste, que atende os estados de Pernambuco, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe.…

Icatu anuncia novo CTO e acelera a digitalização do negócio
Icatu Seguros
117 Vizualizações
Icatu Seguros
117 Vizualizações

Icatu anuncia novo CTO e acelera a digitalização do negócio

Publicação - 12 de janeiro de 2026

A Icatu Seguros, maior seguradora independente do país nos segmentos de Vida, Previdência e Capitalização, anuncia um relevante reforço para a sua área de tecnologia com a…

Apólice do mercado brasileiro com pagamento de prêmio via créditos de carbono
Aon plc
99 Vizualizações
Aon plc
99 Vizualizações

Apólice do mercado brasileiro com pagamento de prêmio via créditos de carbono

Publicação - 12 de janeiro de 2026

Aon plc (NYSE: AON), empresa líder global em serviços profissionais, estruturou a primeira proposta de apólice, cujo prêmio pode ser pago parcialmente por meio de créditos de carbono. A…

Deixe um Comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Mais desta categoria

WordPress Video Lightbox Plugin