Autonomia, saúde e liberdade de escolha são os ativos mais valorizados pelos 60+ que miram a longevidade. Mas essa realidade é uma construção que começa muito antes dos 60, passa pelos cuidados com o corpo e a mente, pela organização financeira e por uma rede de proteção capaz de acompanhar as diferentes fases da vida.
Em 2024, a expectativa de vida ao nascer no Brasil alcançou 76,6 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As projeções do instituto indicam que esse número poderá chegar a 83,9 anos em 2070. O avanço amplia uma reflexão que vai além de quantos anos as pessoas viverão, mas alcançam questões que envolvem também as condições de saúde, renda e independência que terão durante esse período.
Para Tatiene Rokkaku, Superintendente Executiva de Produtos Vida da Brasilseg, uma empresa BB Seguros, a longevidade é construída ao longo da vida e falar em se preparar para o futuro, não se trata apenas de acumular recursos. “É preciso pensar em preservar autonomia e contar com uma rede de proteção capaz de apoiar a pessoa diante de diferentes necessidades. Saúde, organização financeira e proteção precisam fazer parte do mesmo planejamento“, afirma.
Essa preparação ganha importância em um país no qual as pessoas permanecem ativas por mais tempo. Dados do IBGE mostram que cerca de um em cada quatro brasileiros idosos estava trabalhando em 2024. Além da necessidade de complementar a renda, fatores como realização pessoal, convivência social e desejo de continuar produtivo ajudam a explicar a permanência no mercado de trabalho.
Ao mesmo tempo, viver por mais anos pode trazer despesas não previstas, períodos de afastamento profissional e a necessidade de apoio durante tratamentos ou mudanças na rotina. Por isso, o planejamento para a longevidade precisa considerar não apenas a renda da aposentadoria, mas também a formação de reserva financeira, a proteção da renda e o acesso a serviços que contribuam para o cuidado cotidiano.
A transformação do perfil da população também vem mudando o papel do seguro de vida. Tradicionalmente associado à proteção financeira dos familiares em caso de morte, o produto passou a incorporar coberturas e assistências que podem ser utilizadas pelo próprio segurado ao longo da vida. No Seguro pra Vida da BB Seguros, por exemplo, estão serviços de orientação nutricional, orientação para atividades físicas, apoio psicológico, transporte para consultas e exames, envio de medicamentos e acompanhamento em caso de internação.
Essa mudança também pode ser observada na forma como os seguros passam a incorporar serviços de cuidado e prevenção. É o caso do Seguro de Doenças Graves da BB Seguros, que oferece cobertura para até 24 doenças e combina a indenização em caso de diagnóstico com recursos voltados ao acompanhamento da saúde e à qualidade de vida. A solução inclui assistências como telemedicina, segunda opinião médica internacional, check-up médico, orientações psicológica, nutricional e fitness, além de serviços de personal acessibilidade. Dessa forma, a proteção se estende para além do momento do diagnóstico e passa a acompanhar diferentes necessidades ao longo da vida.
“O planejamento não impede que imprevistos aconteçam, mas pode reduzir o impacto que eles provocam na vida da pessoa e de sua família. A evolução dos seguros acompanha essa necessidade, oferecendo recursos que podem ser acionados em vida e ajudando o cliente a atravessar momentos delicados com mais suporte e tranquilidade“, explica Tatiene.
Para pessoas com 60 anos ou mais, a BB Seguros oferece ainda o Seguro Proteção Pessoal Sênior, que reúne coberturas para morte natural e acidental e assistências voltadas à saúde, ao bem-estar e à manutenção da autonomia. O produto também contempla serviços de acessibilidade residencial, como instalação de barras de apoio e fitas antiderrapantes, reposicionamento de móveis e indicação de profissionais especializados.
Mais do que uma questão individual, a preparação para a longevidade acompanha uma transformação de toda a sociedade. Em um país que envelhece rapidamente, cuidar da saúde, organizar a vida financeira e conhecer as possibilidades de proteção são atitudes que podem começar muito antes dos 60 anos e contribuir para que os anos adicionais de vida sejam vividos com mais independência e segurança.
FSB Comunicação
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