A presença feminina na liderança da Leve Saúde cresceu de forma consistente desde a fundação da operadora, em 2020. Levantamento interno mostra que as mulheres passaram de 50% para 64,29% dos cargos de liderança entre 2020 e 2025, um avanço de 14,29 pontos percentuais em cinco anos. O estudo considera posições de supervisão, coordenação e gerência e acompanha a expansão da empresa, que multiplicou sua estrutura e o número de posições de gestão no período.
Em números absolutos, a base de liderança saltou de 12 cargos em 2020 para 56 em 2025. No mesmo intervalo, o número de mulheres nessas posições passou de seis para 36. Com isso, a participação feminina nos cargos de gestão passou a se aproximar cada vez mais da proporção de mulheres no quadro total da empresa.
A predominância feminina já era uma característica da força de trabalho da companhia e se manteve mesmo com o crescimento da operação. Em 2020, as mulheres representavam 69,07% do quadro total. Em 2025, esse percentual chegou a 70,91%, indicando que a expansão da operadora ocorreu preservando uma base majoritariamente feminina.
A análise por nível hierárquico mostra que o avanço mais significativo ocorreu nas posições intermediárias. Em supervisão, a participação feminina subiu de 42,86% em 2020 para 66,67% em 2025. Em coordenação, o percentual passou de 100% para 76,19%, mantendo maioria feminina mesmo após a ampliação da estrutura. Já na gerência, as mulheres representam atualmente 25% das posições, número que indica um desafio de progressão para os níveis mais altos da gestão.
“O crescimento acelerado da empresa abriu espaço para a formação de novas lideranças e exigiu a criação de estruturas capazes de acompanhar essa expansão. A maioria da nossa força de trabalho é feminina e, naturalmente, esse perfil começa a aparecer também nas posições de gestão. O desafio agora é garantir que esse pipeline avance para níveis mais altos da liderança, com programas de desenvolvimento, capacitação e acompanhamento de carreira que preparem essas profissionais para assumir responsabilidades cada vez mais estratégicas dentro da companhia”, afirma Fabianne Salgado, CHRO da Leve Saúde.
O levantamento também aponta diferenças entre áreas do negócio. O crescimento da presença feminina em posições de gestão foi mais acelerado nas áreas clínicas, onde a participação de mulheres passou de 42,86% em 2020 para 69,23% em 2025, um avanço de 26,37 pontos percentuais. Na operação da empresa, o índice evoluiu de 60% para 62,79% no mesmo período, mantendo estabilidade em um patamar já elevado.
“À medida que a empresa cresce e cria novas frentes de atuação, surge também a necessidade de formar gestores. Temos investido em identificar talentos internamente e preparar essas profissionais para assumir posições de maior responsabilidade. A diversidade de perspectivas na gestão fortalece a tomada de decisão e contribui para uma organização mais preparada para crescer de forma sustentável”, diz Fabianne.
Tree Comunicação
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