A entrada de grandes seguradoras e soluções estruturadas como as da APet marca a transição de um setor informal para um ecossistema de proteção aos animais. Enquanto o mercado tradicional de serviços veterinários enfrenta a inflação da saúde que encarece insumos e procedimentos, o modelo de plano de saúde pet oferece ao tutor uma blindagem contra imprevistos.
O ano de 2026 é marcado por desafios macroeconômicos, com a pressão fiscal e os juros. O endividamento público e as taxas de juros elevadas tornam o consumidor mais cauteloso. Mesmo com a projeção de faturamento para 2026 é de R$ 80 bilhões, com destaque para os serviços veterinários e cuidados especializados, a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), o tutor não deixou de cuidar, mas passou a exigir transparência a credibilidade. Ao oferecer produtos que combinam qualidade assistencial com a solidez do mercado de seguros, as soluções transformam os desafios macroeconômicos de 2026 em uma oportunidade de fidelização e segurança para os tutores brasileiros.
Em resposta a essa exigência, a APet conquistou o selo RA1000 do Reclame Aqui. Com uma nota de 8,7 e índice de resolução superior a 90%, a empresa se destaca no setor de seguros ao oferecer não apenas cobertura, mas uma experiência de pós-venda que mitiga o receio do consumidor em relação a novos produtos financeiros.
A integração e os cuidados com a saúde permite que famílias mantenham o cuidado com seus animais sem comprometer o orçamento doméstico. A estratégia da APet, focada em centralidade no cliente e eficiência operacional, atende justamente à lacuna deixada pela inflação de serviços veterinários, que hoje representa cerca de 10,6% do faturamento total do setor pet (Abinpet).
O CEO da APet, Luiz Gênova, reforça que a humanização dos animais sustenta a demanda, mesmo em ciclos econômicos adversos. O avanço tecnológico da medicina veterinária eleva custos e riscos financeiros para tutores sem cobertura. Além disso, a baixa penetração de planos no Brasil indica amplo espaço de expansão. “Enquanto grande parte do mercado opera com coparticipação e rede credenciada, a APet adota o modelo de livre escolha, sem coparticipação e com cobertura nacional. Entendemos que o responsável pelo pet deve ter liberdade para escolher seu veterinário e clínica de confiança”.
Ao atravessar o ciclo de incertezas, a estratégia da APet se apoia em quatro frentes: o protagonismo institucional, com transparência e antecipação a movimentos regulatórios; comunicação clara sobre prevenção e previsibilidade financeira; sustentabilidade econômica com modelos atuariais responsáveis; e alinhamento à agenda ESG e ao bem-estar animal.
Os desafios de 2026 exigem maturidade estratégica do setor. Para a APet, o momento é de reforçar seu posicionamento como empresa transparente, sustentável e centrada no cliente, mantendo disciplina na execução para sustentar crescimento acelerado e responsável.
O mercado de saúde animal no Brasil acelera a passos largos. O aumento das despesas veterinárias, somado ao envelhecimento dos pets e à nova mentalidade dos donos, molda um cenário de alto potencial. Para Gênova, o objetivo é claro: elevar a penetração atual (hoje em 1%) para 5 milhões de animais cobertos até 2029. “Nosso propósito é tornar o cuidado pet de excelência algo acessível a todos”, concluiu.
KS Comunicação
Foto: Luiz Gênova, CEO da APet
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