A WTW, uma das maiores consultorias de gestão de riscos e corretagem de seguros do mundo, divulgou o Global Directors’ and Officers’ Survey Report 2025, um estudo global que reúne as percepções da alta liderança das empresas sobre os principais riscos corporativos. Segundo a pesquisa, pelo segundo ano consecutivo, saúde e segurança são os maiores riscos para as empresas, mencionados por 80% dos respondentes, seguidos por perda de dados (77%) e ciberataques (77%).
“Desde a pandemia, a alta liderança tem se mostrado mais preocupada com o bem-estar dos colaboradores, reconhecendo que ignorar suas necessidades pode se tornar um risco significativo”, explica Ana Alburquerque, diretora de Linhas Financeiras da WTW.
Dentro do tópico de saúde e segurança, os executivos classificaram suas principais preocupações: saúde e segurança física no ambiente de trabalho (43%); fatores do ambiente de trabalho que impactam a saúde mental e o bem-estar dos funcionários (28%); problemas em produtos ou serviços que geram impactos de saúde e segurança para clientes ou terceiros (17%); e questões pessoais que afetam a saúde mental e o bem-estar dos funcionários (12%).
Além disso, pela primeira vez, litígio civil apareceu entre os sete principais riscos, mencionado por 63% dos diretores, ficando na sexta colocação, à frente de suborno e corrupção (62%).
De acordo com a pesquisa, os temas que mais ocupam o tempo dos conselhos atualmente são: performance financeira (54%), conformidade regulatória e divulgação de informações (43%) e desenvolvimento de propósito e estratégia (42%). Já as áreas em que os executivos sentem que deveriam dedicar mais tempo incluem: gestão de riscos corporativos (35%), desenvolvimento de propósito e estratégia (34%) e cibersegurança e proteção de dados (33%).
Por fim, ao avaliar os temas mais relevantes para os negócios, o estudo aponta que o monitoramento do desempenho financeiro continua sendo a principal prioridade, mencionado por 45% dos respondentes, seguido novamente pelo desenvolvimento de propósito e estratégia (42%) e pela gestão de riscos corporativos (32%).
Para Ana Alburquerque, os resultados confirmam que a governança corporativa está em uma fase de adaptação. “O ambiente de negócios está mais sujeito a riscos reputacionais, o que exige uma abordagem integrada de gestão de riscos, compliance e seguros especializados. Nesse contexto, cresce a importância de produtos como o seguro D&O, que ajuda a preservar a estabilidade e a continuidade das operações em um cenário cada vez mais complexo”, conclui.
O levantamento foi realizado em parceria com o escritório internacional Clyde & Co.
Agência Virta
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