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08 Jan

Saiba como foi a participação da Susep no CORE Summit 2025

26 de setembro de 2025
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A Superintendência de Seguros Privados (Susep), participou do CORE Summit 2025. Promovido pelo Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, Previdência e Capitalização (Coremec), em parceria com a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), o evento teve foco em cibersegurança. Representaram a Susep o Superintendente Alessandro Octaviani, o Diretor Carlos Queiroz e os Coordenadores Gerais Myrian Neves e Paulo Miller.

O Coremec é atualmente presidido pela Susep, que integra o comitê ao lado do Banco Central (BC), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Juntos, esses órgãos coordenam ações para aprimorar a regulação e a supervisão do Sistema Financeiro Nacional.

O encontro aconteceu em São Paulo, nos dias 24 e 25 de setembro, reunindo autoridades, representantes do mercado e especialistas nacionais e internacionais para discutir soluções estratégicas para o fortalecimento da segurança cibernética no setor financeiro.

No primeiro dia do evento, o Superintendente Alessandro Octaviani participou da abertura ao lado de Ailton de Aquino, Diretor de Fiscalização do BC, Alexandre Pinheiro, Superintendente-Geral da CVM, Ricardo Pena, Diretor-Superintendente da Previc, e Rodrigoh Henriques, Diretor de Inovação da Fenasbac.

Octaviani destacou que o desafio atual é incorporar nas políticas públicas três grandes complexidades que se articulam: a digitalização, o incentivo à concorrência e a nova geopolítica mundial.

Para ele, “os meios digitais são hoje parte da disputa geopolítica global, o que exige dos órgãos de Estado uma atuação proativa e a capacidade de ouvir os atores de mercado, incorporando suas visões de futuro.

Além disso, o Superintendente ressaltou a necessidade de elevar a articulação entre as entidades de supervisão do Sistema Financeiro Nacional a um novo patamar:

Pensar a cibersegurança é pensar em estratégia de desenvolvimento nacional, porque só em um ambiente com os melhores padrões de proteção digital é que os nossos mercados poderão operar de forma segura e competitiva.

No segundo dia, o Diretor Carlos Queiroz esteve no painel O Futuro da Cibersegurança Regulada, com Alexandre Pinheiro, Superintendente-Geral da CVM; Giuneu Francisco Astolfi, Chefe do Departamento de Tecnologia da Informação do BC; Leonardo Zumpichiatti, Diretor de Fiscalização da Previc; e Rodrigoh Henriques, Diretor de Inovação da Fenasbac.

Em sua fala, Queiroz ressaltou que a cibersegurança é uma prioridade estratégica para a Autarquia e dividiu o tema em três frentes: como produto de seguro, como pauta de supervisão e como desafio também para a própria instituição enquanto cliente.

Precisamos garantir que as coberturas sejam adequadas, atendendo às necessidades do mercado e ao mesmo tempo incentivando uma melhor gestão de riscos. Já no papel de supervisora, a Susep precisa estar preparada para acompanhar a inovação, sempre preservando a integridade do sistema“, afirmou.

Ainda, a Susep esteve representada em diferentes debates sobre inovação e resiliência cibernética. A Coordenadora-Geral de Supervisão Consolidada, Myrian Neves, participou do painel Visão dos Reguladores, junto com Marcelo Colli Inglez, Chefe do Departamento de Supervisão de Conduta do BC; Andre Passaro, Superintendente de Supervisão de Securitização da CVM; James Taylor Faria Chaves, Diretor de Fiscalização da Previc; e Rodrigoh Henriques, Diretor de Inovação da Fenasbac.

Já Paulo Miller, Coordenador-Geral de Estudos Econômicos, esteve no painel IA em Ambientes Supervisionados: segurança, conformidade e resiliência, ao lado de Daniel Stivelberg, Diretor de Relações Institucionais do Nubank; Leandro Vilain, Diretor executivo da Associação Brasileira de Bancos (ABBC); Marina Gontijo, Sócia da Oliver Wyman; e Rodrigoh Henriques, Diretor de Inovação da Fenasbac.

Durante os dois dias de evento, foram promovidos diálogos sobre incidentes cibernéticos, supervisão de ativos digitais, inteligência artificial, tokenização e criptoativos, destacando a importância da cooperação entre reguladores e mercado para enfrentar os desafios da digitalização no Sistema Financeiro Nacional.

Assessoria de Imprensa Susep

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