Processos fragmentados, informações desencontradas e longos períodos de espera: esses são alguns dos desafios que marcam a rotina dos corretores de seguros no Brasil e que afetam diretamente a qualidade do atendimento prestado aos clientes. A descoberta é de uma pesquisa exclusiva da Justos, seguradora que valoriza motoristas conscientes e coloca os corretores no centro da estratégia de crescimento.
O levantamento levou em consideração as respostas de 157 profissionais da área, segundo os quais os três principais entraves enfrentados no dia a dia têm origem em falhas estruturais do próprio setor:
- Lentidão no retorno por parte das seguradoras (41%);
- Dificuldade em encontrar informações claras (36%);
- Excesso de burocracia nos processos (33%).
Além disso, os respondentes também apontam a alta concorrência no mercado (33%), a falta de integração entre os sistemas das seguradoras e corretoras (29%) e a carência de capacitação adequada (16%) como barreiras importantes. Apenas 4% afirmaram não enfrentar dificuldades relevantes em sua rotina.
A pesquisa mostra ainda um ponto de atenção: a desorganização e a falta de fluidez nos bastidores do setor acabam refletindo diretamente na ponta. Isso porque, quando o cliente aciona o corretor durante um sinistro — um dos momentos mais sensíveis da jornada —, os relatos se repetem. Entre as principais questões enfrentadas estão: problemas com avaliação ou análise do sinistro (53%), falta de informações claras sobre o processo (47%), dificuldade em reunir a documentação necessária (29%), lentidão no pagamento da indenização (26%) e dúvidas sobre os direitos do cliente (23%).
“Quando as mesmas dores aparecem dos dois lados — corretor e segurado —, temos um sinal claro de que o sistema precisa evoluir. A falta de integração e a comunicação ineficiente criam um efeito cascata de frustração, retrabalho e perda de confiança”, afirma Dhaval Chadha(foto), CEO e cofundador da Justos.
Para a Justos, enfrentar esses gargalos passa por três frentes: simplificação dos processos, acesso ágil à informação e investimento em ferramentas que empoderem o corretor. “Ao eliminar ruídos e dar mais autonomia a quem está no contato direto com o cliente, o setor inteiro se beneficia. Menos fricção, mais confiança”, conclui Dhaval.
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