Engana-se quem pensa que a principal atividade de um corretor é vender seguros — na verdade, eles são protagonistas na resolução de problemas e no suporte aos clientes em momentos críticos. A partir de um levantamento com 157 profissionais da área, realizado no primeiro semestre de 2025, a Justos, seguradora que valoriza motoristas conscientes e coloca os corretores no centro da estratégia de crescimento, traz dados que revelam a rotina intensa desses parceiros e apontam caminhos para torná-la mais eficiente.
De acordo com o levantamento realizado no primeiro semestre de 2025, 76% dos corretores são acionados com frequência para resolver questões relacionadas a sinistros, sendo 37% ao menos uma vez por semana e 39% entre uma e três vezes por mês. Apenas 2% disseram nunca ser procurados.
Além da frequência, chama atenção o tempo que esse atendimento exige: quase metade dos corretores (48%) dedica entre 1 e 3 horas a cada sinistro, enquanto 12% chegam a gastar mais de 6 horas para resolver um único caso. O dado reforça o quanto o corretor está presente na jornada do cliente — não só como um canal de contato, mas como um verdadeiro agente de resolução e confiança.
“Esses dados reforçam o que já sabemos na prática: o corretor é uma figura central na experiência do segurado. Estar presente na hora do sinistro exige conhecimento técnico, agilidade e empatia, o que mostra a importância de colocá-los no centro da estratégia”, afirma Dhaval Chadha, CEO e cofundador da Justos.
Do outro lado, o cliente também enfrenta obstáculos ao passar por um sinistro, conforme mapeado na pesquisa. As dificuldades mais citadas incluem:
- Problemas com avaliação ou análise do sinistro (53%);
- Falta de informações claras sobre o processo (47%);
- Dificuldade em reunir a documentação necessária (29%);
- Lentidão no pagamento da indenização (26%);
- E dúvidas sobre os direitos do cliente (23%).
Diante dessa rotina exigente, a busca por soluções que tornem o trabalho mais eficiente é evidente: 79% dos corretores demonstram forte disposição para adotar tecnologias que otimizem sua atuação. Por outro lado, só 1% se mostrou pouco receptivo a essas ferramentas.
Essa abertura para inovação se reflete nas demandas mais mencionadas pelos profissionais. Entre os recursos mais valorizados estão o sistema de gestão integrado com seguradoras (58%) e o app para acompanhar o status de sinistros em tempo real (47%). Também aparecem com destaque as plataformas mais eficientes para cálculo de seguros (40%), os chatbots para atendimento automático (34%) e os relatórios analíticos sobre o mercado (30%).
Na visão da Justos, esse diagnóstico é fundamental para seguir desenvolvendo ferramentas e soluções centradas na rotina dos corretores. Para Dhaval, equipar o corretor com ferramentas que melhorem sua produtividade e ampliem sua capacidade de atendimento é uma forma de potencializar seu papel estratégico dentro do setor. O que não tira a relevância do suporte humano, é claro. “A Justos acredita que o futuro dos seguros passa por essa combinação: tecnologia para escalar o atendimento e pessoas para manter a confiança e a proximidade que o cliente precisa”, conclui.
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