Na semana passada, um incidente ocorrido no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro (RJ), levantou uma dúvida sobre a abrangência de itens cobertos pelo seguro residencial. No caso, uma bicicleta elétrica, carregando em uma tomada dentro do quarto de um jovem, pegou fogo durante a madrugada. O acidente causou um estrondo, seguido por uma rápida propagação das chamas que devastaram parte do apartamento.
De acordo com Magda Truvilhano, vice-presidente da comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), esse tipo de ocorrência está coberto pelo seguro residencial. “Em geral, a resposta é sim. A maioria dos seguros residenciais disponíveis no mercado garante a cobertura não apenas da estrutura do imóvel, mas também dos bens dentro dele. Isso inclui móveis, eletrodomésticos e equipamentos, como no caso da bicicleta elétrica envolvida no incidente”, explica (veja a íntegra do vídeo aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=UqDsvg3QsOI).
Cobertura essencial para os consumidores
A contratação de um seguro residencial adequado exige atenção por parte do consumidor. Segundo a representante da FenSeg, é essencial avaliar as coberturas oferecidas pelas seguradoras, para garantir proteção contra riscos variados, como incêndios, explosões, danos elétricos, roubo, entre outros. A cobertura contra incêndio e explosão é em geral obrigatória, mas há outras opções que podem ser essenciais para a proteção completa do patrimônio de quem reside no imóvel.
“Além disso, é importante que o consumidor esteja ciente das exclusões de cobertura, verificando se determinados bens ou situações não são contemplados pela apólice contratada. Esse cuidado ajuda a evitar surpresas em caso de sinistro”, alerta a executiva.
O papel do corretor de seguros
Neste cenário, ressalta Truvilhano, o corretor de seguros desempenha um papel fundamental ao orientar os consumidores na escolha do produto ideal. Com seu conhecimento especializado, o corretor pode ajudar a identificar as coberturas e modalidades mais adequadas às necessidades do cliente, assegurando a tranquilidade de uma cobertura completa e sem lacunas.
“É fundamental que o consumidor busque um corretor de confiança para entender as coberturas disponíveis e adequá-las à sua realidade. Cada residência tem características e necessidades específicas, e o corretor é a pessoa mais capacitada para indicar a melhor solução”, afirma.
A recomendação, em resumo, é esta: ao contratar um seguro residencial, os consumidores devem estar atentos a todos os detalhes da apólice, desde as coberturas até as exclusões, garantindo assim a proteção adequada para o imóvel e seus bens.
Assessoria de Imprensa da CNseg
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