Dados divulgados pelo IBGE na última quinta-feira (22) revelam que os idosos – pessoas com mais de 60 anos – já correspondem a 15,6% da população do país, ultrapassando a faixa etária de 15 a 24 anos, formada por adolescentes e jovens adultos. Ainda, conforme o instituto, em 2046, os 60+ serão a maior fatia populacional, chegando a 28% do total.
De acordo com Estevão Scripilliti, diretor de Previdência da Bradesco Vida e Previdência, quanto mais longeva a sociedade, maior a importância de as pessoas se prepararem para lidar bem com algumas características inerentes à fase madura da vida, como o declínio da renda. “O fenômeno da longevidade, as mudanças na dinâmica do mercado de trabalho e as incertezas quanto à sustentabilidade da previdência pública são desafios que se impõem, e que devem levar as pessoas a refletir mais profundamente sobre como planejar melhor o seu futuro”, observa o executivo.
Nesse cenário, acrescenta Scripilliti, a previdência privada se apresenta como instrumento indispensável à construção de um planejamento financeiro consistente, por ser um investimento com perfil de longo prazo e possuir atributos exclusivos, como: a isenção da cobrança semestral de Imposto de Renda, o chamado come-cotas; a portabilidade, que permite ao investidor trocar de gestor ou de fundo, alterando sua estratégia de investimento em função do seu momento de vida; a dedução dos aportes e contribuições feitas ao plano em até 12% da renda bruta anual, no caso do PGBL; e a flexibilidade para conversão em renda na fase de usufruir do benefício.
“Atualmente, segundo dados da Fenaprevi, apenas 9% da população brasileira possui planos de previdência privada, o que demonstra o quanto podemos avançar. Ao contrário do que muita gente imagina, essa modalidade não exige investimentos elevados. Há no mercado opções com contribuições iniciais a partir de R$ 50 ao mês, que possibilitam acesso a produtos sofisticados para os mais diversos perfis de investidor. Além disso, é possível programar aportes mensais de acordo com a disponibilidade financeira de cada indivíduo”, explica o executivo.
Seguro de Vida também pode ser aliado da longevidade
Antes visto apenas como solução para a proteção da família e dos beneficiários em caso de morte do provedor, o seguro de vida vem sendo cada vez mais percebido como fator de prevenção, essencial ao cuidado e ao planejamento financeiro. Segundo Bernardo Castello, diretor de Seguros de Pessoas da Bradesco Vida e Previdência, a adesão ao produto também tem aumentando progressivamente entre aqueles que buscam tranquilidade em vida. Ainda assim, muitos desconhecem os benefícios dessa oferta, como a utilização para tratamento de doenças graves, reembolso de despesas médico-hospitalares e pagamentos de diárias por afastamento temporário do trabalho.
“É importante avaliar se a cobertura ofertada atende às necessidades da pessoa no atual momento da vida, mas não há dúvida de que esse tipo de seguro deve integrar uma boa estratégia de proteção pessoal e familiar ao longo de toda a vida, incluindo a fase madura. E sempre vale lembrar que já é possível encontrar seguros de vida com valores mensais mais baixos do que a assinatura de um streaming”, completa Castello.
Foto: Estevão Scripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência, e Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência
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