Uma semana triste emocionalmente (a dor de quem prezo é, de certo modo, a minha dor), mas muito boa profissionalmente.
Os baixos e altos da vida. O inexorável – e duro – fluxo das coisas. A natureza acidental dos acontecimentos. O balanço entre quedas e soerguimentos.
Entre momentos de desolação e de consolação, seguimos todos adiante. Reconhecemos quem merece ser valorizado e descobrimos que por muito tempo carregamos nas costas quem sequer deveria caminhar atrás.
Na aventura da existência, sabemos apenas de algo: trabalhar dedicadamente compensa. O trabalho não é um fim em si mesmo nem pode ser refúgio de problemas outros, porém é poderoso palco de revelações e escola de contínua transformação. Pelo trabalho ganhamos retamente o pão e aprendemos sobre as dores e alegrias.
*Por Dr. Paulo Henrique Cremoneze, advogado, doutorando em Direito Civil pela Universidade de Coimbra, mestre em Direito Internacional Privado pela Universidade Católica de Santos, especialista em Direito dos Seguros pela Universidade de Salamanca.
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