Comprometida com as discussões importantes para o mercado, a CAPEMISA recebeu um evento do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), importante instituto no acompanhamento dos estudos no setor de Seguros. O cenário empresarial contemporâneo, a gestão de riscos e a incorporação de práticas ambientais, sociais e de governança foram temas centrais do evento “Enfoques Atuariais: Explorando a Gestão de Riscos e ASG”. A empresa abriu as portas para o encontro, no final de novembro, dia 21, reunindo cerca de 35 atuários, para discutir o cenário em que as organizações não apenas mitiguem ameaças financeiras, mas também assumam um compromisso ético com práticas sustentáveis e inclusivas.
O evento foi dividido em dois momentos e contou com a presença de quatro palestrantes. As boas-vindas foram dadas pelo coordenador-Geral de Regulação Prudencial da Susep, Cesar Neves, com mediação da diretora de Seguros do IBA, Fernanda Chaves. No primeiro painel, pela manhã, a superintendente de Riscos da Zurich, Débora Westenberger, e o diretor de Compliance e Gestão de Riscos da Liberty, Robson Petersen do Amaral, falaram sobre Gestão de Riscos, sob a mediação de Brenda Trajano, que é sub-coordenadora do CTSeg. A diretora Técnica da CAPEMISA Capitalização, Patrícia Nepomuceno, também participou do evento.
“É extremamente necessário dar voz para membros e associados do Instituto para debater a notoriedade e importância do papel do atuário nas suas companhias no que tange a temas como sustentabilidade e gestão de riscos. Temas que são cada vez mais notados por todos como uma segurança e não uma identificação de problema”, afirma Patrícia Nepomuceno, da CAPEMISA.
Já o tema ASG foi levado ao debate à tarde, pelos palestrantes Thereza Moreno, que é sócia proprietária da Thereza Moreno Consultoria, e Vinícius Cecaroli, sócio da PWC. O debate foi mediado por Gabriela Krull, que é coordenadora do CTSeg, BrasilCap.
Ao abordar a interseção crucial entre a atuária e a gestão de riscos, o evento manteve foco não só na modelagem dos riscos como na integração das considerações ambientais, sociais e de governança (ASG) nas análises e projeções atuariais. “Foram exploradas as principais áreas de interesse e as melhores práticas para atuários que desejam abordar de forma abrangente os desafios emergentes relacionados aos riscos e à sustentabilidade”, afirma Fernanda Chaves, do IBA.
Danthi Comunicações
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