A MAPFRE, uma das maiores empresas do mercado segurador e financeiro do mundo, tem desenvolvido uma série de medidas para impulsionar a economia circular nos países em que atua. No último ano, o Grupo reciclou mais de 3 mil toneladas de resíduos, que entre outros processos, também foram aproveitados para a produção de energia. O montante equivale a 93% de todos os resíduos produzidos pelo grupo.
Em 2022, a empresa alcançou importantes marcos relacionados à sustentabilidade. Um dos destaques foi a implementação da assinatura eletrônica biométrica, que evitou o consumo de 191 toneladas de papel. Essa medida resultou na redução da emissão de 166,75 TonCO2e2e na Espanha e em Portugal. Além disso, a empresa realizou ações de reutilização e reciclagem de equipamentos informáticos. Na Espanha, a empresa conseguiu reutilizar 77% do total de resíduos gerados por equipamentos de informática e doou quase 25 mil quilos desses equipamentos.
Um dos principais projetos que possibilitaram essa conquista foi o ‘Resíduo Zero’. Pelo segundo ano consecutivo, a MAPFRE recebeu o certificado AENOR, que reconhece entidades que classificam seus resíduos, visando à reutilização e reciclagem em vez de enviá-los para aterros sanitários. O modelo de gestão implementado inicialmente no México, onde a fração orgânica é compostada e utilizada como matéria-prima agrícola, será expandido para o Brasil até 2024.
Entre as iniciativas, destaca-se também a eliminação de todas as garrafas e copos de plástico descartáveis, graças ao projeto “MAPFRE Sem Plásticos”. A MAPFRE ainda tratou 1.847 veículos fora de uso, recuperando 54.485 peças para reutilização em diversos mercados por meio do CESVIMAP, um centro tecnológico global especializado na reparação e reciclagem de veículos. Isso permite prolongar a vida útil das peças, facilitar a reutilização de materiais, como plástico e vidro, e reduzir o consumo de energia.
O Plano de Pegada Ambiental da MAPFRE estabelece metas ambiciosas para o aproveitamento de resíduos gerados pelo Grupo, com o objetivo de atingir 83% de reciclagem até 2024 e 90% até 2030.
InPress Porter Novelli
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