A atividade seguradora e o conceito ESG estão intimamente entrelaçados como faces de uma única moeda. Afinal, o seguro é um instrumento de proteção capaz de minimizar os riscos a que todos estamos expostos, pessoas físicas e jurídicas, e, assim, contribuir para a formação de poupança que resulta em investimentos em diversas esferas e retorna à sociedade como preservação do meio ambiente, na responsabilidade social.
O seguro garante a sustentabilidade do progresso e do desenvolvimento em bases sólidas, com atuação direta para a preservação da saúde da economia global, buscando assegurar o patrimônio construído pela sociedade e o bem mais valioso de que dispomos: a vida.
É nesse sentido e apoiado no tripé ESG que a indústria de seguros vem, em todo o mundo, oferecendo produtos e serviços cada vez mais inovadores e capazes de minimizar riscos e imprevistos. Capazes de garantir a solvência de todas as atividades humanas, e nos mais diferentes setores econômicos e sociais, com crescimento econômico de longo prazo.
O impacto do Seguro tem sido essencial para a construção de um mundo mais sustentável, abrigando os sonhos e anseios de diferentes povos e culturas. Um dos exemplos mais citados tem sido o do ex-primeiro ministro britânico, Winston Churchill (1874-1965), que, ao assumir a reconstrução da Inglaterra, arrasada pela II Guerra Mundial, disse: “Se me fosse possível, escreveria a palavra seguro no umbral de cada porta, na fronte de cada homem, tão convencido estou de que o seguro pode, mediante um desembolso módico, livrar as famílias de catástrofes irreparáveis”.
É nessa reconstrução permanente que o seguro opera, visando preservar a qualidade de vida e condições ambientais. Trata-se de uma mensagem de legado e proteção dos mais importantes ativos e de continuidade do ciclo de desenvolvimento necessário para a sustentabilidade das próximas gerações. Conformar não pode ser um tema corriqueiro no setor segurador.
Pois nós, profissionais do mercado de seguros, temos que tornar a experiência de planejar o futuro algo que faça parte do dia a dia da população. Com todos esses aprendizados, o que até então era uma atividade dentro da área financeira da empresa, passa a ser uma importante atividade de governança, inovação e sustentabilidade.
Mais do que nunca surgem novas necessidades e oportunidades. Novas coberturas surgirão, novas formas de contratar e se relacionar, novos serviços e novas parcerias abrem espaço para que possamos projetar e distribuir produtos e serviços com impactos positivos nas pessoas, nas empresas e na sociedade. E é aí que inovação, sustentabilidade e mercado segurador se conectam.
Por Rodrigo Protasio, CEO da Gallagher Brasil
Danthi
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