Com a tendência de crescimento da economia no segundo trimestre, cujos dados oficiais serão divulgados nesta quinta-feira (01/09), o mercado revisa para cima as projeções de avanço do PIB neste ano. Por outro lado, prevê uma desaceleração da taxa no próximo ano e há diversas razões para isso, relata o novo Boletim de Acompanhamento das Expectativas Econômicas (AEE), da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).
Tomando como base dados da Pesquisa Focus, o Boletim AEE destaca que a mediana das projeções para o crescimento do PIB em 2022 subiu de 2,02% para 2,10%. Contudo, apesar da melhoria do mercado de trabalho, das medidas para reduzir a inflação e dos programas de transferência de renda, o consenso é de que as medidas são pontuais e de efeitos distintos entre o curto e longo prazo. O resultado disso é que a projeção de crescimento continua a cair no próximo ano- a mais recente projeção recua de 0,39% para 0,37%- segundo a pesquisa Focus desta semana.
Sobre a inflação, o Boletim AEE assinala que a divulgação do IPCA-15 de agosto mostrou uma deflação de 0,73%. Nesta semana, a mediana das projeções para o IPCA caiu para 6,7% em 2022 e para 5,3% no próximo ano. “Nesse cenário, as projeções de mercado para a Selic mantiveram-se estáveis por mais uma semana, em 13,75% para o final deste ano e 11% no final de 2023”, escreve o economista Pedro Simões, da CNseg. No plano externo, o Boletim AEE destaca o tom um pouco mais duro que o previsto pelo mercado em torno da disposição do FED de aprofundar o aperto m monetário nos EUA.
Assessoria de Imprensa da CNseg
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