O Brasil teve um dos maiores número de entrevistados respondendo que estão mais preocupados (63%), e mais ainda entre os jovens adultos (25 a 34) com 71%.
A covid-19 foi um catalisador para que as pessoas fizessem check-up médico mais regularmente, em especial em mercados emergentes (46%); 45% dos entrevistados no Brasil disseram que planejam fazer check-up médico com mais frequência.
43% dos entrevistados no Brasil relataram deterioração de seu estado de saúde mental nos últimos 12 meses. Isto aponta para um papel crescente das seguradoras para ajudar os clientes a encontrar caminhos para melhorar sua resiliência mental.
Em termos de tomar medidas para administrar questões de saúde mental, 64% dos entrevistados nos mercados emergentes disseram ter procurado apoio desde o início da pandemia, No Brasil, esse indicador foi um pouco menor (60%).
O preço é o fator mais importante nas decisões de compra de seguros para os entrevistados no Brasil (75%).
O impacto da pandemia no comportamento futuro de compra de seguros mostra que o principal fator de influência para brasileiros é estar atento quanto a ter cobertura de seguros para diferentes áreas da vida (40%) e investir em apólices com cobertura mais abrangente (35%).
Os participantes da pesquisa no Brasil revelaram ser atraídos principalmente pelas características de aplicativos que os ajudam a melhorar sua saúde (27%) e a receber aconselhamento de saúde (25%).
Os canais digitais de rastreamento de saúde e as interações com seguradoras e serviços de saúde ganharam força entre todas as faixas etárias no Brasil desde o início da pandemia, diferentemente da média global, que mostra que a maior parte do crescimento foi entre as respondentes mais jovens.
No Brasil, os respondentes expressaram maior interesse em programas de melhoria da saúde mental (29%), seguidos pela melhoria da saúde física (20%).
As plataformas online se destacam como o canal de compra de seguros dominante em todo o mundo. Mas os entrevistados da pesquisa citaram agentes e corretores como a principal forma de compra de seguros no Brasil, com 48%. Apenas 34% dos entrevistados adquiriram seguros nos últimos seis meses por meio dos sites e aplicativos das seguradoras.
O uso de canais digitais pelos consumidores para acessar serviços de saúde está ganhando força no Brasil, com cerca de 50% dos entrevistados afirmando que planejam utilizar serviços de telesaúde ou videoconferência para estes fins no futuro. Os entrevistados da pesquisa expressaram particular interesse em usar mais canais digitais para gerenciar sua cobertura (53%) e para buscar seguros novos ou adicionais (52%), e baixar o aplicativo do provedor de seguros (53%).
Fonte : Pesquisa global de consumidores COVID-19 da Swiss Re 2022
Agora Comunica
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