00:00:00
13 Jan

Busca por proteção dos seguros resultou em elevação de dois dígitos do setor

21 de fevereiro de 2022
228 Visualizações

Nas circunstâncias da epidemia e da conjuntura econômica, os brasileiros contrataram mais seguros no ano passado para proteger patrimônios, vida e renda. Essa procura assegurou expansão de 11,9% comparativamente ao volume do setor em 2021, totalizando R$ 306,4 bilhões (sem Saúde e DPVAT). O setor então alcançou um crescimento real (descontada a inflação medida pelo IPCA) de 3,3% no ano passado, relata a nova publicação da Conjuntura CNseg nº 64, da Confederação Nacional das Seguradoras. Segundo o editorial assinado pelo Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, a taxa nominal de crescimento de 2021 ficou no intervalo projetados pela entidade- entre 9,4%, no cenário pessimista, e 14,1%, no quadro otimista.

Para ele “a evolução dos negócios foi desigual entre segmentos e ramos de seguros, previdência privada e capitalização”. Decorrente “dos efeitos diversos das condições epidemiológica e econômica sobre as preferências dos clientes e consumidores de diferentes produtos e serviços”, acrescentou.

No ano passado, a principal contribuição para o crescimento do setor veio do segmento que protege contra Danos e Responsabilidades, com alta de 14,6% sobre 2020 e volume final de R$ 89,8 bilhões. O segmento de Vida e Previdência avançou 11,5% em 2021 comparado ao exercício de 2020, gerando mais de R$ 192,3 bilhões. O segmento de Títulos de Capitalização teve crescimento no ano passado de 5,9% sobre a movimentação de 2020, alcançando R$ 24,3 bilhões. Prova da solidez do setor, as garantias dos riscos transferidos ao setor por pessoas, famílias e empresas – as chamadas provisões ou reservas técnicas – alcançaram o patamar histórico de R$ 1,270 trilhão no ano passado, reafirmando a qualificação do setor de seguros como um dos maiores investidores institucionais do País (aplicador em ativos financeiros e econômicos).

Em consequência ainda dos efeitos da pandemia, a taxa de sinistralidade evoluiu no segmento de Pessoas, passando nos seguros de Vida de 28,9%, em 2020, para 38,1%, no ano passado. Também houve reflexo no segmento de Danos e Responsabilidades, que observou avanço de 48,7% em 2020 para 53,9%. Os ramos de Automóveis (de 54,7% para 63,1%) e Patrimonial (de 45,1% para 51,3%) foram os que mais influenciaram a sinistralidade nesse segmento.

Confira o vídeo-release do Presidente da CNseg comentando os dados: www.youtube.com/watch?v=OIWlgmZhUas

Assessoria de Imprensa da CNseg

You may be interested

Tokio Marine cresce 11% na região Nordeste em 2025
Tokio Marine Seguradora
89 Vizualizações
Tokio Marine Seguradora
89 Vizualizações

Tokio Marine cresce 11% na região Nordeste em 2025

Publicação - 12 de janeiro de 2026

A Tokio Marine Seguradora anuncia crescimento de 11% em 2025 na produção da Regional Nordeste, que atende os estados de Pernambuco, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe.…

Icatu anuncia novo CTO e acelera a digitalização do negócio
Icatu Seguros
120 Vizualizações
Icatu Seguros
120 Vizualizações

Icatu anuncia novo CTO e acelera a digitalização do negócio

Publicação - 12 de janeiro de 2026

A Icatu Seguros, maior seguradora independente do país nos segmentos de Vida, Previdência e Capitalização, anuncia um relevante reforço para a sua área de tecnologia com a…

Apólice do mercado brasileiro com pagamento de prêmio via créditos de carbono
Aon plc
102 Vizualizações
Aon plc
102 Vizualizações

Apólice do mercado brasileiro com pagamento de prêmio via créditos de carbono

Publicação - 12 de janeiro de 2026

Aon plc (NYSE: AON), empresa líder global em serviços profissionais, estruturou a primeira proposta de apólice, cujo prêmio pode ser pago parcialmente por meio de créditos de carbono. A…

Deixe um Comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Mais desta categoria

WordPress Video Lightbox Plugin