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Inflação e juros podem ter um comportamento mais adequado em 2022

29 de novembro de 2021
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Apesar da trajetória de alta, Inflação e juros poderão ter um comportamento mais adequado no próximo ano. A inflação, comparando-se ao exercício de 2021— previsão de alta de dois dígitos — poderá ter alguma desaceleração, fechando o próximo ano entre 8% e 9%, em vez de 10% ou 15%, como preveem as projeções mais pessimistas. As projeções econômicas de 2022 foram apresentadas por Luiz Roberto Cunha, professor de economia e decano do Centro de Ciências Sociais da PUC-RJ, e Pedro Simões, economista da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, durante reunião do Comitê de Estudos de Mercado (CEM) da entidade, ocorrida em 25/11.

Segundo eles, a alta mais suave da inflação permitirá também que os juros básicos, ainda que mantenham o viés de alta no próximo ano, avancem de forma mais lenta, se o Banco Central (BC) decidir buscar a meta em 2023, para evitar um desaquecimento ainda maior da economia em 2022. O mercado financeiro projeta, desde novembro, a Selic em dois dígitos no próximo ano. A economia registra dois trimestres de queda medidos pelo IBC-Br, indicador do BC que mede a atividade econômica do País, algo atribuído em parte aos juros e inflação em alta neste ano.

Os economistas lembraram que, no plano externo, a notícia de arrefecimento da escassez de insumos e matérias-primas, fenômeno que afetou as cadeias produtivas de todo o mundo, é outra contribuição relevante para uma inflação mais bem comportada no País em 2022. Ainda assim, equilíbrio entre oferta e demanda de insumos, como chips, poderá levar dois anos para ser alcançado.

Já a realidade do abastecimento hídrico no País, que encareceu os preços da energia elétrica neste ano, deverá atenuar os impactos em 2022, devendo levar o governo a alterar, por volta de maio, a bandeira na conta de energia elétrica. Só essa troca de bandeira tarifária deverá fazer a variação mensal do IPCA ceder dois pontos percentuais, calcula Luiz Roberto Cunha. A escalada de preços dos fretes marítimos internacionais, um dos responsáveis por mais choques na economia global, acena com uma trégua no próximo ano. No plano político, como 2022 é um ano eleitoral, espera-se alguma volatidade nos indicadores.

Assessoria de Imprensa CNseg

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