00:00:00
25 May

Presidente da CNseg avalia que as funções/produtos de seguros, não podem ser comparados com os bancários

8 de outubro de 2021
369 Visualizações

“Os normativos do Banco Central do Brasil, depois copiados para a Susep, foram inspirados nos fundamentos da União Europeia e, no caso dos seguros, precisam de adaptação às condições brasileiras”, afirmou o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, em debate sobre Open Insurance promovido pelo Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (SindSeg N/NE). Coriolano argumentou que os paradigmas do sistema aberto de seguros não observam as diferenças estruturais e funcionais entre ele e o Open Banking, especialmente o espaço competitivo, complexidade de produtos, grau de fidelidade, portabilidade e o papel importantíssimo do corretor de seguros.

“Não se pode comparar um ativo financeiro com um produto de previdência, vida ou grandes riscos. O grau de complexidade destes é muito maior. Assim como o grau de fidelidade e portabilidade é diferente. É mais difícil haver uma migração de pessoas entre instituições bancárias, pela fidelidade. No seguro não. A cada ano que vou renovar o meu seguro de automóvel, eu repenso qual vai ser a minha seguradora. São espaços competitivos completamente diferentes”, explica Coriolano.

A partir desse raciocínio, o Presidente da CNseg destacou então que o volume de dados requerido deve ser moderado de acordo com as especificidades do sistema de seguros. Porque a exigência de um número volumoso de informações, ao invés de facilitar a compreensão do cliente, pode complicar. Outro ponto destacado por Coriolano é que a implementação deveria ocorrer em etapas, a primeira após a conclusão do Sistema de Registros de Operações (SRO). “Ninguém está contra o Open Insurance, a CNseg apoia, porém é preciso observar os princípios da progressividade e simplificação para garantir seu sucesso e economia de custos”, frisou.

Na visão dele, um dos pontos mais importantes sobre a norma regulatória das Sociedades Iniciadoras dos Serviços de Seguros diz respeito ao corretor de seguros, que não está incluído no seu escopo. “Isso nos parece uma falha regulatória que precisa ser suprida. O corretor não está no sistema, e isso nos parece inadmissível”, defendeu.

O debate iniciou com exposição da coordenadora educacional da Escola de Negócios e Seguros (ENS), a advogada Angélica Carlini, e foi mediado por Ronaldo Dalcin, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (SindSeg N/NE). O link para o evento está disponível no canal do YouTube do Sindicato.

Assessoria de Imprensa CNseg

You may be interested

Fenacor recebe alto comando da Bradesco Seguros
Fenacor
162 Vizualizações
Fenacor
162 Vizualizações

Fenacor recebe alto comando da Bradesco Seguros

Publicação - 22 de maio de 2026

A diretoria da Fenacor recebeu, na sede da Federação, no Rio de Janeiro, nesta 5ª feira (21 de maio), os principais dirigentes do grupo Bradesco Seguros. O…

Zurich reforça agenda de sustentabilidade com iniciativas de impacto
Zurich Seguros
145 Vizualizações
Zurich Seguros
145 Vizualizações

Zurich reforça agenda de sustentabilidade com iniciativas de impacto

Publicação - 22 de maio de 2026

A Zurich Seguros participa da exposição Amazônia, do fotógrafo Sebastião Salgado, em Vitória (ES), reforçando sua atuação em sustentabilidade e o apoio a iniciativas que conectam preservação…

Mapfre fecha parceria com carros de aplicativo
Mapfre
135 Vizualizações
Mapfre
135 Vizualizações

Mapfre fecha parceria com carros de aplicativo

Publicação - 22 de maio de 2026

A Mapfre, companhia global de seguros e serviços financeiros, decidiu transformar as ruas de grandes cidades brasileiras em vitrine para sua nova fase. Após apresentar seu rebranding…

Deixe um Comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Mais desta categoria

WordPress Video Lightbox Plugin