Como era esperado pelo mercado financeiro, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), anunciou no início da noite de ontem a elevação da taxa básica de juros de 5,25% para 6,25%. A alta era esperada e já havia sido sinalizada pelo presidente do BC Roberto Campos Neto.
Segundo o diretor de Investimentos da MAG Investimentos, a fala de Campos Neto logo após a divulgação do IPC-A, super acima da meta, quando o mercado começou a precificar uma aceleração de aumento de taxa de juros e precificar a Selic, chegando quase a 9%, ele mencionou que o Banco Central tinha e pretendia cumprir o plano de voo sem se guiar por eventos de alta frequência. Com isso, ficou claro que o comunicado reflete o plano de voo que estava sendo buscado pelo governo, ou seja, 1 ponto percentual de aumento, algo que não deve repercutir na curva curta de juros e, também sem impacto no câmbio. “Ao que tudo indica, essa política se manterá no próximo anúncio”, reforça Pires.
Na avaliação da estrategista-chefe da MAG Investimentos, Patrícia Pereira, uma taxa mais contracionista, ou seja, com o objetivo de controlar a inflação e a circulação de moeda, o Banco Central ganhou credibilidade por manter o que o mercado já vinha sinalizando. Além disso, ao que tudo indica, essa política se manterá no próximo anúncio. “A renda fixa vai ser o elemento essencial neste cenário, com maior atratividade”, pontua Patrícia.
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