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04 Mar

As competências e habilidades empreendedoras no setor para 2025

27 de janeiro de 2021
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O setor de serviços abrange uma diversidade de atividades. Um segmento que, segundo dados da Pesquisa Anual de Serviços realizada pelo IBGE (2018), compreende mais de 1,3 milhões de empresas, gerando aproximadamente 12,6 milhões de empregos. O impacto econômico do setor corresponde a maior parte do Produto Interno Bruto brasileiro, tendo uma relação direta e indireta com o estabelecimento de políticas públicas.
Este setor está em um cenário dinâmico e em constante mudança e transformação política, econômica, social e tecnológica. A atuação das empresas e dos profissionais, neste setor, deve considerar esta dinâmica que inclui fatores externos, conjuntamente com a adaptação e o desenvolvimento de competências e habilidades empreendedoras e intraempreendedoras que atendam as demandas sociais e mercadológicas emergentes. São competências e habilidades que geram nos profissionais o entendimento de processos, desde a análise de mercado, o perfil dos consumidores e até processos de fidelização.
Para que isso ocorra, os empreendimentos, devem buscar formar em seus profissionais a capacidade de gerir processos internos e externos à organização, proporcionar um ambiente propício para o desenvolvimento destas competências e habilidades com o intuito de beneficiar não só o profissional, mas toda a sua rede de relacionamentos, de forma que provoque reflexos na excelência do serviço ofertado.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, em seu relatório sobre o Futuro do Emprego – “The Future of Jobs Report 2020*”, publicado em outubro de 2020, há 15 habilidades com demanda crescente para o mercado, até 2025:

1. pensamento analítico e inovação;
2. aprendizagem ativa e estratégias de aprendizagem;
3. resolução de problemas complexos;
4. pensamento crítico e análise;
5. criatividade, originalidade e iniciativa;
6. liderança e influências social;
7. uso, monitoramento e controle de tecnologia;
8. design e promoção de tecnologias;
9. resiliência, tolerância ao estresse e flexibilidade;
10. raciocínio, resolução de problemas e ideação;
11. inteligência emocional;
12. soluções de problemas e experiência do usuário;
13. orientação de serviço;
14. análise e avaliação de sistemas; e
15. persuasão e negociação.

O relatório destaca ainda, habilidades como Gestão e Consultoria de Negócios e Empreendedorismo, como uma das mais demandadas pelo mercado. Podemos observar que o foco do desenvolvimento profissional do futuro, está alinhado a melhoria de habilidades intrapessoais voltadas para a criação e desenvolvimento de serviços e experiências com foco nos benefícios gerados aos consumidores finais.
As habilidades e competências são aprendidas, praticadas e desenvolvidas e neste sentido, a formação técnica profissional e a constante atualização e requalificação se tornaram elementos fundamentais para o profissional do futuro.
Uma formação que incorpore conhecimento teórico, prático e comportamental aplicada a realidade do mercado, é um excelente diferencial. Focar-se numa visão profissional abrangente, holística, sistêmica, que atenda as percepções pessoais e profissionais pode garantir ganhos excepcionais tanto aos profissionais como as organizações do futuro.
Assim, com base no relatório, é possível afirmar que formação e conhecimento estão diretamente relacionados com o emprego no futuro. Voltar-se para ações, programas e conteúdo que permitam o desenvolvimento de ideias, o reconhecimento das aptidões, o aperfeiçoamento das habilidades intraempreendedoras, se somam ao uso de tecnologias e digitalização de processos, enaltecendo e valorizando ainda mais as características humanas no atendimento e na prestação de serviços.

Página 1 Comunicação

Autoras: Flávia Roberta Fernandes é professora nos cursos Gestão Empreendedora de Serviços e Assessoria Executiva Digital e Grazielle Ueno Maccoppi é coordenadora do curso Gestão Empreendedora de Serviços do Centro Universitário Internacional Uninter.

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