Um levantamento da seguradora Zurich mostra que o pico de sinistros (ocorrência que leva à notificação do seguro) de roubo e furto de aparelho de celular acontece aos domingos e segundas-feiras com 30% (15% cada) dos casos. As ocorrências caem gradativamente até o sábado, com 13,5%. Uma das possíveis explicações para isso é a concentração de pessoas em baladas, bares e ruas na madrugada de domingo e o movimento das cidades nas segundas-feiras.
A faixa etária que mais abre sinistros de roubo e furto é de 21 a 30 anos, com 26%, seguido da faixa de 31 a 40 anos com 23%. O valor médio dos aparelhos que sofrem roubo ou furto é de R$ 1.300. O levantamento foi feito considerando a base de 1,7 milhão de clientes de seguro de celular da companhia.
No Brasil, hoje, há 230 milhões de celulares ativos. Este também é o item mais visado pelos ladrões: estima-se que somente na cidade de São Paulo um celular foi roubado a cada cinco minutos em 2018.
Portanto, quando acontece algo com celular, as duas maiores preocupações são: agilidade para ter o aparelho novamente e o custo para solucionar o problema. É aí que o seguro para celular surge como uma boa alternativa.
Apesar de ser um dos seguros que mais cresce no país, os consumidores ainda têm dúvidas se vale a pena ou não fazer um seguro para o celular. Para esclarecer estas questões, o Diretor de Afinidades da Zurich, Luis Reis, preparou estas dez dicas abaixo:
1-) O seguro de celular é uma ferramenta para evitar uma dor de cabeça ainda maior – e custo extra – para quem teve o aparelho danificado, roubado ou furtado. Dependendo dos serviços contratados, pode ajudar também na recuperação dos arquivos pessoais.
2-) Assim como outros seguros, o de celular garante a proteção do aparelho contra os eventos previstos nas coberturas contratadas, que geralmente são Dano Acidental, Roubo (caracterizado quando a pessoa sofre ameaça física verbal ou uso de força bruta) e Furto Qualificado (identificado quando a pessoa não sofre ameaça e só percebe quando se depara com os vestígios do crime ocorrido unicamente pela destruição ou rompimento de obstáculo à subtração do bem).
3-) O mercado segurador não costuma cobrir furto simples, perda ou esquecimento. O furto simples é quando a pessoa não percebe a ação e tão pouco encontra vestígios de arrombamento. Exemplo: chegar a um local e notar que o celular foi furtado no percurso. Em geral, também não há cobertura para derramamento de líquido a depender da apólice.
4-) A cobertura é válida dentro e fora do Brasil e o valor varia de acordo com o modelo do aparelho. Na Zurich, a proteção custa a partir de R$ 11,99 (considerando os modelos mais simples que há atualmente no mercado, na faixa de R$ 500).
5-) Normalmente, o tempo de vigência do seguro para celular varia entre 12 e 24 meses. Em caso de substituição do celular ou indenização de perda total, o seguro é finalizado no momento do sinistro, independente de quanto tempo ainda há de contrato.
6-) Geralmente, o seguro de celular é feito somente no momento da compra do aparelho (novo), mas há exceções.
7-) Em caso de sinistro, é necessário pagar o preço da franquia (tanto no caso de dano como roubo e furto qualificado), que normalmente varia entre 20-25% do valor do aparelho.
😎 Antes de fechar o seguro, o cliente deve ler atentamente o contrato para estar ciente do que de fato ele está contratando.
9-) Estar sempre atento em locais como muita aglomeração de pessoas (como shows, baladas, transporte público, ruas de comércio popular e blocos de Carnaval) e evitar o uso do aparelho enquanto caminha na rua (o que geralmente traz distração) são duas dicas fundamentais para evitar o roubo/furto do celular.
10-) Quando falamos em sinistros por danos acidentais, a maior incidência ocorre por queda, ocasionando a quebra do vidro frontal. O uso de películas e capas protetoras ajudam bastante a amenizar – ou até mesmo evitar – o dano.
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