Adquirir um carro, uma casa, fazer uma viagem internacional ou até mesmo a tão sonhada cirurgia estética, está nos planos de muitos brasileiros. Mas o investimento é alto e poucos pagam à vista, por isso, quem não quer abrir mão do sonho, porém não tem toda essa grana, recorre ao mercado financeiro.
Nestes casos muito se fala de empréstimos e financiamentos, contudo, essas modalidades de compra tem ficado para trás, e o consórcio, vem fazendo sucesso e se popularizando no Brasil.
Para quem não sabe, mas já ouviu falar, o consórcio é uma modalidade de compra parcelada e programada, sem incidência de juros, em que pessoas e/ou empresas se reúnem em grupos e contribuem mensalmente com uma quantia e em prazo determinados. A grande vantagem é em relação aos custos, esses são muito inferiores como ao de um financiamento, por exemplo.
Crescimento recorde
Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) mostram que o segmento nunca esteve tão em evidência. No ano passado, a modalidade que foi criada em 1962, atingiu números recordes: foram 2,6 milhões de cotas comercializadas – o que significa um aumento de 9,1% a mais do que em 2017. Em dinheiro, isso representa R$106,8 bilhões em créditos injetados na economia nos próximos anos conforme a contemplação dos participantes.
No primeiro trimestre do ano, o desempenho continuou em ótima fase. Em comparação ao mesmo período do ano passado, houve um crescimento de 24,6% nos negócios gerados e aumento de 13,3% na procura.
Reflexo do mercado
Odair Bellentani, diretor comercial do Banneg (franquia especializada em soluções financeiras), fala que esse movimento vem acontecendo motivado principalmente pelos consumidores que se planejam para adquirir algo, seja um bem ou serviço. “O consórcio se destaca como uma excelente opção esses consumidores que realmente possuem a condição de se planejar, pois o ‘bem’ levará um tempo para chegar em suas mãos; não é de imediato como o financiamento, mas sim através do sorteios ou quando alguém oferece um lance”, explica.
O diretor fala que no consórcio a pessoa faz parte de um grupo e pode ser contemplada por meio de sorteios ou pode dar um lance. Neste momento, quem oferecer o maior valor é contemplado com a carta de crédito. Porém, existe ainda o lance embutido, que é quando o consorciado pode utilizar até 25% de sua própria carta de crédito para fazer a oferta.
Consórcio não é só de carro, não!
Aposto que você conhece pessoas que já fizeram consórcio para carro, e, apesar de ser a forma mais conhecida pela utilização dessa modalidade, é possível fazer consórcio para uma infinidade de coisas. E dentro de cada modalidade, há um leque de possibilidade. O consórcio imobiliário abrange casas, apartamentos, terrenos e imóveis comerciais. Já o consórcio de automóveis é possível para carros, motos, ônibus, caminhões, tratores. O consórcio de bens existe para máquinas, equipamentos, móveis, aparelhos e até eletrônicos. E o consórcio de serviços é voltado para viagens, cursos e educação, casamentos, tratamentos estéticos e serviços empresariais.
Essas oportunidades fomentadas pelo consórcio, aliadas com o comportamento brasileiro também vem gerando uma boa demanda na Banneg. De acordo com Bellentani, a empresa registrou alta de 38% no primeiro trimestre. Já o primeiro semestre como um todo, a alta foi de 45%. “Assim como o cenário nacional, sentimos esse reflexo positivo por aqui também. A grande maioria das nossas mais de 300 unidades vem comemorando esse bom momento. O consórcio vem evoluindo e se modernizando, e com isso ampliando o acesso a um número cada vez maior de consumidores”, finaliza.
Fatos & Ideias Comunicação
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