Foto: Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde, em Almoço-Debate LIDE nesta segunda-feira, 11/3
(Crédito/foto: Fredy Uehara)
No debate realizado hoje, 11/3, em São Paulo, o ministro Luiz Henrique Mandetta também falou sobre como a Secretaria da Tecnologia da Informação e Comunicação deve auxiliar o Ministério da Saúde
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, discutiu desafios da pasta para os próximos quatro anos, falou sobre informatização do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre a Secretaria Nacional de Atenção Básica, que deve ser oficialmente criada nesta semana, durante o primeiro Almoço-Debate LIDE de 2019, realizado hoje, 11, no Grand Hyatt São Paulo. O evento, comandado por Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE, e Claudio Lottenberg, vice-chairman do LIDE e presidente do LIDE Saúde, recebeu cerca de 400 CEOs, presidentes, autoridades e demais lideranças empresariais.
O debate também contou com a presença do secretário de Saúde do Estado de São Paulo, José Henrique Germann Ferreira, que, na ocasião, destacou a importância da parceria público-privada, analisando a implantação do Corujão da Saúde, programa que reduziu a fila de espera para exames médicos na cidade de São Paulo e que agora será ampliado para todo o Estado pelo governador João Doria (PSDB). Mandetta elogiou a iniciativa, mas ressaltou que a ideia não seria, necessariamente, eficaz em âmbito nacional. “O Brasil tem muitos contrastes e não cabe receita de bolo, mas estamos abertos a propostas que nos ajudem a resolver este grande gargalo no País”, disse.
A Secretaria da Tecnologia da Informação e Comunicação, recém-criada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), deve contribuir com o Ministério da Saúde. Segundo o ministro, o governo estuda ainda criar um instituto de genética humana, para desenvolver medicamentos com base no código genético brasileiro. “Não se organiza um país sem ter ferramentas de tecnologia. A nova Secretaria vai nos ajudar a gerir o sistema de saúde e diminuir a desigualdade, mas nada irá substituir o relacionamento médico-paciente presencial”, afirmou.
Durante o encontro, Mandetta também foi questionado sobre reajuste dos medicamentos, teto de gastos público, telemedicina, qualificação dos profissionais da área e burocracia para abertura de empresas. “Precisamos trazer mais tranquilidade e organização para o setor, além de mais segurança para os investidores”, afirmou.
Pesquisa
Durante o evento, os presentes responderam a 136ª edição do Índice LIDE-FGV de Clima Empresarial. O índice, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com o LIDE, é uma nota de 0 a 10, resultante de três componentes com o mesmo peso: governo, negócios e empregos.
Em relação ao levantamento anterior, feito em dezembro do ano passado, a preocupação com o atual cenário político aumentou de 84% para 90% do empresariado. A crise internacional, a inflação e o câmbio também são temas preocupantes para 6%, 3% e 2% dos empresários, respectivamente.
Sobre o otimismo na situação atual dos negócios, 53% acreditam estar melhor, contra 49% na última pesquisa; 42% acham que está igual, contra 41%; e 5% avaliam que a situação está pior, contra 10% em dezembro do ano passado.
Perguntados sobre qual a área que o Brasil precisa melhorar, a educação foi apontada por 34% dos empresários, seguida por infraestrutura (22%), política (21%), saúde (15%) e segurança (8%). Sobre o índice LIDE – FGV de empregos atuais (diretos e indiretos), 53% do empresariado acredita que o país vai empregar mais, contra 54% na última pesquisa; 42% acham que o Brasil vai manter a taxa atual, contra 40% no último estudo; e 5% acreditam que haverá demissões, contra 6% em dezembro do ano passado.
CDN Comunicação
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