O mercado imobiliário dos Estados Unidos tem se consolidado como uma das opções mais seguras e rentáveis para investidores brasileiros que desejam diversificar seus ativos e proteger o patrimônio da volatilidade econômica nacional. A combinação de retorno financeiro em moeda forte, estabilidade institucional e regras claras atraem cada vez mais interessados, sobretudo diante dos desafios enfrentados pelo setor no Brasil, como burocracia, baixa rentabilidade e riscos jurídicos.
Com mais de 15 anos de experiência auxiliando brasileiros a internacionalizar seus investimentos, André Peniche destaca que o primeiro passo é entender as diferenças entre os dois mercados e planejar estrategicamente a entrada no exterior. Segundo o especialista, o ambiente de negócios nos EUA favorece o investidor estrangeiro. “O mercado americano oferece previsibilidade, proteção legal e acesso a crédito mesmo para quem não é residente. Isso é fundamental para o investidor brasileiro que quer ampliar sua presença internacional com segurança”, afirma.
Entre os principais atrativos está a possibilidade de obter retorno líquido entre 9% e 15% ao ano com imóveis residenciais ou comerciais, além da alta demanda por aluguel em cidades como Orlando, Miami, Dallas e Charlotte. O financiamento também se apresenta como facilitador, visto que é possível comprar imóveis com entrada de 25% a 30%, juros acessíveis e prazos longos, diferente do praticado no Brasil para não residentes.
Outro diferencial relevante é a segurança jurídica. Nos Estados Unidos, as transações são realizadas com respaldo de “title companies” e contratos rígidos, o que reduz drasticamente o risco de fraudes e disputas legais. Para brasileiros acostumados com entraves cartorários e instabilidade institucional, esse é um grande atrativo. Além disso, o investidor pode optar por estruturas como LLCs para proteger o patrimônio e reduzir a carga tributária de forma legal.
Todavia, Peniche alerta que investir com sucesso exige conhecimento e planejamento. “É essencial escolher bem a localização, entender a legislação tributária e estruturar o investimento da maneira correta. Quando feito com orientação, o retorno vai muito além da valorização, ele representa a construção de um patrimônio sólido e protegido em uma das economias mais fortes do mundo”, conclui.
Com a crescente digitalização do setor, o apoio de consultorias especializadas e a possibilidade de investir à distância, o mercado imobiliário americano deixou de ser exclusivo de grandes fortunas e passou a ser uma alternativa viável para o investidor brasileiro de perfil moderado a arrojado. A tendência é de que o fluxo de capitais brasileiros em direção aos EUA continue em crescimento, impulsionado pela busca por estabilidade, diversificação e oportunidades reais de valorização.
Mostra de Ideias
You may be interested

Tokio Marine cresce 11% na região Nordeste em 2025
Publicação - 12 de janeiro de 2026A Tokio Marine Seguradora anuncia crescimento de 11% em 2025 na produção da Regional Nordeste, que atende os estados de Pernambuco, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe.…

Icatu anuncia novo CTO e acelera a digitalização do negócio
Publicação - 12 de janeiro de 2026A Icatu Seguros, maior seguradora independente do país nos segmentos de Vida, Previdência e Capitalização, anuncia um relevante reforço para a sua área de tecnologia com a…

Apólice do mercado brasileiro com pagamento de prêmio via créditos de carbono
Publicação - 12 de janeiro de 2026Aon plc (NYSE: AON), empresa líder global em serviços profissionais, estruturou a primeira proposta de apólice, cujo prêmio pode ser pago parcialmente por meio de créditos de carbono. A…
Mais desta categoria



Clientes da Bradesco Seguros já economizaram mais de R$ 7 milhões ao usar pontos Livelo
Publicação - 12 de janeiro de 2026









