São muitos os exemplos que comprovam o crescimento expressivo do número de golpes virtuais. A seguradora Porto foi vítima, em 2021, de um incidente dessa natureza, que gerou instabilidade nos canais de atendimento.
Em 2023, a Golden Cross sofreu uma invasão ransomware que afetou os sistemas da companhia. A solução para combater a ameaça foi interromper parcialmente a operação, que entrou em regime de contingência.
Neste ano, o incidente cibernético de maior repercussão no Brasil envolveu o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN/CNEN), que teve servidores e estações de trabalho invadidos. O ataque paralisou a produção de radiofármacos, essenciais para o diagnóstico e tratamento de câncer, afetando milhares de pacientes no País.
De acordo com estudo da empresa especializada em segurança virtual, VULTUS Cybersecurity Ecosystem, os ataques cibernéticos podem gerar, nos próximos três, perdas de R$ 2,2 trilhões (US$ 394 bilhões) no País. Divulgada pela CNN Brasil, a pesquisa analisou 117 médias e grandes companhias de 10 setores, incluindo Finanças, Varejo, Saúde, Indústria, Tecnologia e Seguros.
Cresce busca por proteção
A boa notícia é que existe um remédio para esse mal: o Seguro Cibernético. A modalidade vem apresentando expansão constante e significativa nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o segmento de seguros cyber cresceu 880% no Brasil, segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Apenas em 2023, foram arrecadados mais R$ 203 milhões em prêmios, alta de 17,1% em relação a 2022.
Os dados mais recentes confirmam a evolução deste tipo de seguro. No primeiro semestre de 2024, a arrecadação ultrapassou os R$ 110 milhões, avanço de 12,7% sobre o mesmo período do ano anterior.
Especialistas estão valorizados
A crescente busca por proteção relacionada a riscos digitais vem gerando alta demanda por profissionais especializados. Para atender a essa necessidade, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) oferece a Certificação Avançada em Seguro Cibernético: da Elaboração do Produto à Comercialização.
O programa aborda os principais produtos disponíveis no Brasil e capacita os participantes para a análise, a subscrição e a aceitação de riscos cibernéticos com rigor técnico. Os alunos também aprendem a interpretar cláusulas contratuais, conhecem estratégias de comercialização e estudam casos reais de regulação e liquidação de sinistros.
As inscrições estão abertas e, para participar, é necessário ensino superior completo ou habilitação como corretor de seguros, com experiência no setor. As aulas terão início em 25 de agosto.
Há opções de parcelamento do investimento. Todos os detalhes estão disponíveis clicando aqui, mesmo ambiente para efetuar inscrição.
Comunicação ENS
You may be interested

BB Seguros reforça compromisso com a cultura
Publicação - 25 de fevereiro de 2026Anualmente, a BB Seguros apoia projetos incentivados como ferramenta de transformação social e visando fortalecer o relacionamento com a comunidade. Em 2025, foram 41 projetos apoiados pela…

Desafio agora é transformar adoção em resultado concreto
Publicação - 25 de fevereiro de 2026A inteligência artificial (IA) já ocupa espaço definitivo na rotina das seguradoras, mas o setor ainda enfrenta dificuldades para transformar experimentação em resultado concreto. De acordo com…

Longevos ampliam presença no ambiente digital
Publicação - 25 de fevereiro de 2026De acordo com os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foi registrada uma evolução histórica acelerada no uso da internet pelos 60+, saindo de 24,7%…
Mais desta categoria













