O 18º Fórum da Longevidade Bradesco Seguros coloca há quase duas décadas a pauta do envelhecimento nas preocupações com o futuro. Com o tema “Longevidade em Movimento”, o encontro reuniu, em São Paulo, no teatro Bradesco especialistas, artistas e executivos em torno de um propósito comum: transformar a forma como o Brasil enxerga o tempo, a saúde e a longevidade. A jornalista e atriz Cissa Guimarães conduziu o fórum com a espontaneidade e a alegria de sempre, abrindo os trabalhos com a frase, “viver muito é bom, mas viver bem é melhor ainda”. Sua fala deu o tom do evento, pois é vital termos qualidade no envelhecimento.
A Dra. Margareth Dalcolmo, pneumologista e pesquisadora da Fiocruz, trouxe uma visão ampla da saúde global, e destacou que a longevidade não depende apenas de remédios ou genética, mas também de hábitos e da preservação ambiental.
“Cuidar do corpo é também cuidar do planeta”, afirmou, alertando para os impactos do tabagismo e da poluição contribuem na expectativa de vida.
Na sequência, o médico e pesquisador Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade, reforçou que envelhecer é o grande triunfo da humanidade moderna.
“Hoje, no Brasil, a expectativa de vida ultrapassa os 78 anos. A revolução da longevidade é silenciosa, mas profunda. Precisamos preparar nossas cidades, empresas e famílias para ela”, ressaltou o especialista.
O educador físico Márcio Atalla e a especialista em finanças Ana Leone abordaram os pilares da saúde física e econômica. Atalla enfatizou que o segredo está na constância, não na intensidade.
“Todo mundo quer o grande prêmio, mas o que realmente muda a vida são as pequenas atitudes repetidas todos os dias”, disse. Leone completou: “Cuidar do dinheiro é cuidar da serenidade. Planejamento financeiro é liberdade para envelhecer com paz”.
O evento apresentou emoção momentos de emoção com homenagens a figuras que representam o envelhecer com propósito, entre elas Beth Goulart e Dalal Achcar, reconhecidas por suas trajetórias artísticas e dedicação à cultura brasileira.
O encerramento trouxe um tom poético e reflexivo com Denise Fraga e Tony Ramos, que subiram ao palco para um diálogo sobre o tempo, o autoconhecimento e o significado de amadurecer.
Denise, com humor e doçura, disse que “envelhecer é como editar um livro: a gente vai tirando o que não serve e valorizando o essencial”.
Tony respondeu com um sorriso: “A maturidade não é peso, é um privilégio que exige gratidão. O tempo é o nosso maior professor”.
Entre risos e aplausos, os dois artistas transformaram o palco em uma conversa sobre humanidade, convidando o público a olhar para si mesmo com ternura.
A última palavra coube a Alexandre Kalache, que lançou seu livro Longevidade em Movimento, um convite à ação e à consciência coletiva. O Fórum encerrou com a sensação de que o envelhecer é, acima de tudo, um ato de coragem e curiosidade. É um movimento contínuo em direção à vida que ainda há por viver.
Por Márcia Kovacs – Redação Revista IC
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