A AXA no Brasil acaba de conquistar mais um importante reconhecimento em diversidade e inclusão. A companhia integra o ranking de Diversidade da consultoria Great Place to Work (GPTW) 2025, na categoria Jovens Potências, ocupando a 3° posição na categoria de “Médias Empresas”.
“Para nós, este reconhecimento reflete o compromisso contínuo em construir um ambiente de desenvolvimento, no qual jovens talentos possam não apenas iniciar suas carreiras, mas também enxergar um caminho sólido de crescimento e protagonismo”, destaca Alexandre Campos (foto), Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ESG da AXA no Brasil.
“A diversidade e a inclusão não são conceitos abstratos na AXA. São práticas diárias que expressam nossos valores e sustentam a cultura que estamos sempre fortalecendo. Ter jovens em nosso quadro é essencial para garantir a formação de uma força de trabalho preparada para dar continuidade ao crescimento sustentável do mercado de seguros no Brasil”, complementa Alexandre.
Além de Jovens Potências, o ranking de Diversidade da GPTW avalia outras seis categorias: pessoas com deficiência, primeira infância, 50+, LGBTI+, étnico-racial e mulheres. A metodologia leva em conta a percepção dos colaboradores e os indicadores de diversidade e inclusão apresentados pelas empresas participantes.
Desde sua chegada ao país, a AXA vem implementando ao longo de uma década práticas consistentes em gestão de pessoas, que já lhe renderam certificações relevantes como Top Employers e o selo Great Place to Work. Entre os pilares dessa atuação estão a equidade de gênero, com 52% do quadro total de colaboradores sendo ocupado por mulheres, o incentivo ao desenvolvimento profissional com 30% de promoções ou reconhecimentos em 2024, e programas globais como o We Care, que reúne uma série de iniciativas voltadas ao bem-estar integral dos colaboradores, como a concessão de 5 dias de licença para apoio a familiares que necessitam de cuidado, a recomendação de home office para colaboradoras em tratamento de fertilização in vitro, menopausa ou saúde menstrual, e até 4 meses de licença remunerada em caso de natimorto.
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